Qual o melhor seguro de carro contra roubo, colisões e outros sinistros?


O seguro de carro deve estar nas prioridades orçamentária para quem deseja ter um carro, veja porque:

  1. Carro é um patrimônio. Um patrimônio que desvaloriza, porém de muito valor, porque te oferece conforto, momentos agradáveis, boas viagens, se for prudente claro;
  2. Na compra de um carro você perde muito dinheiro e perderá mais ainda se houver um roubo ou perda total.

O custo com o seguro do seu carro é relativamente pequeno se comparado aos dias de muito trabalho e suor que teve para adquirí-lo. Pense nisso !!! Pensou em carro, pense no seguro

Se não tem dinheiro para o seguro do carro, então, seja inteligente e não compre o carro agora. Junte dinheiro para o seguro. Faça um planejamento. Vá a uma corretora de seguros e peça ao seu corretor orçar o preço do SEGURO QUE CUBRA TODOS OS SINISTROS (colisão, inclusive contra terceiro, roubo, furto, incêncio, alagamento e danos corporais, caso você venha atropelar alguém.

  • As seguradoras das quais tive a triste oportunidade em usufruir o seguro, porém muito bem atendido e socorrido, cito elas:  Porto Seguro (usei a assistência 24 horas, a cobertura de guincho, colisão e taxi para buscar o carro) e HDI (usei somente a cobertura de guincho).
  • A Liberty (meu pai usou a cobertura de colisão e não gostou nem um pouco.).
  • O Bradesco Seguros, meus amigos adoram.

A vantagem da Porto Seguros e do Bradesco Seguros é que ambas trocam tudo que for necessário do carro. Já outras tem o hábito de aproveitar a peça danificada. Isso é muito ruim.

Dependendo do momento, sempre haverá uma seguradora que está melhor e mais barata que outras, por isso é importante pesquisar. Ex: fui renovar o seguro do meu carro com a Porto e fiquei surpreso com o aumento, e naquele momento fiz com a Bradesco.

Cuidado para não cair na lábio de corretores de seguro que gostam de vender planos frajutos. Contrate um corretor que tenha preferencia em vender cobertura total ao seu veículo. Tenho um colega que fechou contrato com uma Seguradora da qual um dos planos não oferecia cobertura de roubo fora de estacionamento. Que seguro é esse ????? Que burrice !!!! Sempre haverá momentos onde não encontrará vaga em estacionamentos. Pessoal,  essa economia não é nada inteligente e sim burra, lembrem-se, o barato sai caro!

Eu venho prestando atenção nas pessoas que conseguiram comprar seu carro e esqueceram ou não quizeram colocá-lo no seguro. Conhecem aquele ditado que diz: Alegria de pobre dura pouco! Tanta alegria poderá ocasionar da popreza a miséria.

Se você tem dinheiro e mesmo assim não dá a devida importância ao seguro do seu carro não terá problemas em comprar outro se ocorrer algum sinistro. Se eu tivesse tanto dinheiro eu daria valor ao meu ganha pão.

Comprar ou trocar de carro é uma das melhores sensações da vida de um motorista. Sensação é um termo bem adequado. Pergunte a um publicitário que precise criar uma campanha para uma montadora: a estratégia de vendas apela às emoções do comprador. Mas esse apelo emocional não pode existir na hora de escolher um seguro. A frieza se justifica porque um seguro é um produto absolutamente utilitário. Seu propósito é compensar o cliente por um prejuízo em caso de algum evento, apropriadamente chamado de sinistro: roubo, acidente de trânsito ou mesmo um vendaval ou uma enchente. Se nada disso ocorrer, melhor. “O seguro serve para reduzir um prejuízo , não para dar lucro ao segurado”, diz Marcelo Goldman, diretor da seguradora Tokio Marine.

Como escolher o mais adequado? Antes de mais nada, é essencial entender como ele funciona, O seguro é um contrato em que o proprietário do veículo paga uma quantia (o prêmio) à seguradora para que ela corra um risco no lugar dele. No caso de sinistro, a seguradora vai indenizar o segurado. Quanto maior o risco que o veículo ou seu motorista oferecem à seguradora, mais caro o prêmio.

Há mais um detalhe. Para se defender contra abusos, a seguradora exige que o motorista fique com uma parte do risco. Essa parte do risco é a franquia: em caso de sinistro, é um valor que o segurado tem de pagar ou que é descontado da sua indenização.

Indenização, prêmio, franquia: com esses três conceitos em mente, é muito fácil escolher o melhor seguro. Há dois grandes grupos de seguros à disposição dos motoristas brasileiros. Os mais completos são apólices sofisticadas e caras, conhecidas como Cobertura Compreensiva ou Total. Protegem o veí­culo do segurado contra incêndio e roubo e cobrem acidentes provocados por outros motoristas. É nessas apólices que os segurados com mais dinheiro no bolso encontram a maior variedade de serviços.

Numa tentativa de diferenciar-se, as seguradoras têm caprichado em oferecer benefícios diferenciados. Os mimos vão de serviços domésticos gratuitos como encanadores, eletricistas e técnicos de informática até um funcionário da seguradora que acompanha a segurada na hora de prestar queixa em uma delegacia — ambiente ainda pouco amigável às motoristas.

Na outra ponta, os seguros mais básicos são as apólices de Responsabilidade Civil Facultativa, ou RCE Esse nome complicado quer dizer apenas que o segurado terá direito a receber uma indenização se ferir outra pessoa ou danificar outro veículo. É o famoso seguro contra terceiros. “É para quem quer proteção contra o pagamento de indenizações”, diz Osvaldo Nascimento, executivo responsável pelos seguros do Banco Itaú. Os seguros RCF são os que mais têm crescido no mercado, por serem mais baratos.

A explosão do financiamento criou uma situacão bastante favorável para o segurado. O crescimento dos seguros não consegue acompanhar a expansão da frota. Por mês, chegam às ruas em média 260 000 novos veículos, e as estimativas são de que há de 35 nilhões a 40 milhões em circulação no Brasil. Quan­do muito, só 20% deles têm seguro.

“Muitos dos consumidores do primeiro carro comprometem toda a ren­da na prestação”, diz Nascimento. “Por isso, não há folga para fazer o seguro.” Além de forçar as seguradoras a criar produtos mais populares, a tentativa de abocanhar fatias maiores desse mercado em cresci­mento levou a uma acirrada disputa comercial. “Os preços caíram de 15% a 20% em média em relação ao ano passado”, diz Paulo Umeki, diretor da Liberty. “As seguradoras estão dispostas a ganhar menos para conquistar mais espaço no mercado, e isso acaba representando uma vantagem para o segurado.”

Fonte: Revista Quatro Rodas

1 User em "Qual o melhor seguro de carro contra roubo, colisões e outros sinistros?"

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José Ricardo said,  

Olá gostei muito do artigo, quero saber qual a seguradora que não cobre roubo fora do estacionamento e se a Seguradora ALLIANZ é uma boa opção pois achei seu plano parecido com o BRADESCO SEGURO. Obrigado

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