Procura-se Fiola
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Cuidado, não se aproxime! Ela é acusada de agredir todos os adversários sem dó, nem piedade. Está armada com um turbo violentÃssimo e é perigosa. Aja responsavelmente e contate as autoridades locais. Damos recompensa!
Da Terra para o asfalto
Quando percebeu que o pessoal gostava de máquinas diferentes, nas arrancadas, ele não pensou duas vezes: tomou a decisão e realizou seu sonho, correndo num Fiat 147. Lorenil Queiroz Junior fez bonito com esse “brinco” na tradicional arrancada de Curitiba, batendo em muito “Gol” metido a valentão.
Simplificando toda essa teoria numa frase, podemos dizer que o curitibano de 29 anos tem “o veneno na veia”, já que sempre acompanhou rachas de rua. E esse gostar levou à s arrancadas como visitante, até que um belo dia a vontade de ser piloto falou mais alto. Sua trajetória nas pistas começou com uma “Fiola” bege, a qual ele pilotou nas arrancadas de terra, mas como sempre almejou correr em asfalto, substituiu por outro 147, o qual reformou por inteiro. “Sempre gostei de Fiat, achava a estética do carrinho moderna, e como queria montar um carrinho turbo de rua, fiquei com o “brinco”.
Num primeiro olhar, o carrinho parece 0km, encanta pelo acabamento, e os detalhes da restauração. Quem pensou que o “pequeno” seria apenas mais um rostinho bonito na competição, e achou que a “caixinha” não passava de uma bijuteria, mudou de idéia!
Brinco Violento
Cada vez mais ficamos impressionados com o potencial dos motores Fiat quando são equipados com o “caracol mágico” chamado turbina. Esses propulsores ficam tão “violentos” que muitas vezes é até difÃcil acreditar na pequena cilindrada que eles têm, frente ao “estrago” que causam! É “APzada”, vamos tomar cuidado!
No visual externo as alterações limitam-se à s rodas, que vieram do Alfa Romeo 145. Todo carro que anda muito precisa de um sistema de freios que seja eficiente. No caso do nosso 147 foi usado o sistema do Palio 1.5, com pastilhas mais macias e fluÃdos de freio do DOT-5. A suspenção dianteira sofreu retrabalho, visando não levantar a dianteira nas arrancadas, com molas e amortecedores próprios para isso. A suspenção traseira permaneceu original nessa preparação.
Por dentro vieram os bancos-concha em couro e os indispensáveis instrumentos: conta-giros, manômentros de óleo, combustÃvel e turbo, termômetro da água, pirômetro e um módulo para corte de giro, itens que não poderiam faltar na “enfezadinha”.
Acorde o Fiola!
Vruuuuuun! O valente motor do Fiat é o Fiasa 1500, bastante conhecido por aqui, pois já equipou vários carros da marca, como Fiorino, Uno, Elba, e por aà vai.
Por incrÃvel que parece poucas foram as alteraçõe sno motor. No bloco, tudo é original: pistões, bielas, comando, cabeçote. É mole? A única alteração está na taxa, que você não saberá nunca, sigilo total!
A alimentação fica a cargo de um carburador, 3E, com bomba de combustÃvel da Bosch vinda do Fox e dosador, HPI da Beep Turbo. E é claro, o bicho bebe álcool. O coletor de admissão é original dos Fiasas carburados e o coletor de escape é do tipo pulsativo feito na Street Race. Na parte de ignição, poucas mudanças. Módulo não usa. Velas são as NGK grau 9, com cabos Accell de 8 mm e bobina do Gol Mi.
Na transmição tudo veio do Palio 1.5 como câmbio e diferencial, porém a embreagem é de cerâmica e o platô opera com 1200lb. Esses itens não tiveram como ser mantidos originais por motivos óbvios, afinal, três puxadas seriam suficientes para patinar. Mas vamos para a parte que interessa, qiue é o turbocompressor. A turbina usadaé a Master Power com caracol quente .70 e fria .50, que “soca” 1 kg de pressão inicial e mais dois estágios de booster, um com 2 kg e o final de 3 kg, sendo “aliviado” pela válvula da Beep Turbo. Com “apenas” isso, os tempos obtidos foram de 8,1 segundos nos 201 metros e 12,4 nos 402 metros. Portanto mais respeito, quando você se deparar com uma “inocente” Fiola num semáforo, pois nunca se sabe o que está debaixo do capô!
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Fonte: Revista 100% VenenoÂ
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Cuidado, não se aproxime! Ela é acusada de agredir todos os adversários sem dó, nem piedade. Está armada com um turbo violentÃssimo e é perigosa. Aja responsavelmente e contate as autoridades locais. Damos recompensa!
Da Terra para o asfalto
Quando percebeu que o pessoal gostava de máquinas diferentes, nas arrancadas, ele não pensou duas vezes: tomou a decisão e realizou seu sonho, correndo num Fiat 147. Lorenil Queiroz Junior fez bonito com esse “brinco” na tradicional arrancada de Curitiba, batendo em muito “Gol” metido a valentão.
Simplificando toda essa teoria numa frase, podemos dizer que o curitibano de 29 anos tem “o veneno na veia”, já que sempre acompanhou rachas de rua. E esse gostar levou à s arrancadas como visitante, até que um belo dia a vontade de ser piloto falou mais alto. Sua trajetória nas pistas começou com uma “Fiola” bege, a qual ele pilotou nas arrancadas de terra, mas como sempre almejou correr em asfalto, substituiu por outro 147, o qual reformou por inteiro. “Sempre gostei de Fiat, achava a estética do carrinho moderna, e como queria montar um carrinho turbo de rua, fiquei com o “brinco”.
Num primeiro olhar, o carrinho parece 0km, encanta pelo acabamento, e os detalhes da restauração. Quem pensou que o “pequeno” seria apenas mais um rostinho bonito na competição, e achou que a “caixinha” não passava de uma bijuteria, mudou de idéia!
Brinco Violento
Cada vez mais ficamos impressionados com o potencial dos motores Fiat quando são equipados com o “caracol mágico” chamado turbina. Esses propulsores ficam tão “violentos” que muitas vezes é até difÃcil acreditar na pequena cilindrada que eles têm, frente ao “estrago” que causam! É “APzada”, vamos tomar cuidado!
No visual externo as alterações limitam-se à s rodas, que vieram do Alfa Romeo 145. Todo carro que anda muito precisa de um sistema de freios que seja eficiente. No caso do nosso 147 foi usado o sistema do Palio 1.5, com pastilhas mais macias e fluÃdos de freio do DOT-5. A suspenção dianteira sofreu retrabalho, visando não levantar a dianteira nas arrancadas, com molas e amortecedores próprios para isso. A suspenção traseira permaneceu original nessa preparação.
Por dentro vieram os bancos-concha em couro e os indispensáveis instrumentos: conta-giros, manômentros de óleo, combustÃvel e turbo, termômetro da água, pirômetro e um módulo para corte de giro, itens que não poderiam faltar na “enfezadinha”.
Acorde o Fiola!
Vruuuuuun! O valente motor do Fiat é o Fiasa 1500, bastante conhecido por aqui, pois já equipou vários carros da marca, como Fiorino, Uno, Elba, e por aà vai.
Por incrÃvel que parece poucas foram as alteraçõe sno motor. No bloco, tudo é original: pistões, bielas, comando, cabeçote. É mole? A única alteração está na taxa, que você não saberá nunca, sigilo total!
A alimentação fica a cargo de um carburador, 3E, com bomba de combustÃvel da Bosch vinda do Fox e dosador, HPI da Beep Turbo. E é claro, o bicho bebe álcool. O coletor de admissão é original dos Fiasas carburados e o coletor de escape é do tipo pulsativo feito na Street Race. Na parte de ignição, poucas mudanças. Módulo não usa. Velas são as NGK grau 9, com cabos Accell de 8 mm e bobina do Gol Mi.
Na transmição tudo veio do Palio 1.5 como câmbio e diferencial, porém a embreagem é de cerâmica e o platô opera com 1200lb. Esses itens não tiveram como ser mantidos originais por motivos óbvios, afinal, três puxadas seriam suficientes para patinar. Mas vamos para a parte que interessa, qiue é o turbocompressor. A turbina usadaé a Master Power com caracol quente .70 e fria .50, que “soca” 1 kg de pressão inicial e mais dois estágios de booster, um com 2 kg e o final de 3 kg, sendo “aliviado” pela válvula da Beep Turbo. Com “apenas” isso, os tempos obtidos foram de 8,1 segundos nos 201 metros e 12,4 nos 402 metros. Portanto mais respeito, quando você se deparar com uma “inocente” Fiola num semáforo, pois nunca se sabe o que está debaixo do capô!
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Fonte: Revista 100% VenenoÂ
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