Honda Fit
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O modelo agrada pelo espaço interno, baixo consumo e confiabilidade mecânica
Como reclamar de um carro que venceu três edições da pesquisa Os Eleitos (2004 a 2006), que mede a satisfação do proprietário, e ainda foi apontado pela QUATRO RODAS como a Melhor Compra do ano de 2004 e 2005? Esse é o currÃculo do Honda Fit, um modelo tão adorado por seus donos que foi até difÃcil encontrar alguém apontasse seus defeitos. Entre as virtudes, todos destacam a confiabilidade mecânica: ele quase nunca quebra. Também não há quem que não elogie o baixo consumo - 11,8 km/l na cidade e 15 km/l na estrada.
Lançado em abril de 2003, o pequeno monovolume de 3,83 metros impressionava pelo grande espaço interno, cujos bancos traseiros, quando rebatidos, podiam formar uma superfÃcie de 1,70 metro. No inÃcio só havia a versão 1.4 de 80 cv. Além do cãmbio manual, havia como opcional a transmissão continuamente variável (CVT), tornando o Fit o primeiro nacional a contar com esse tipo de câmbio.
Mesmo na versão básica LX, ele se destacava por ser um carro bem equipado: ar-condicionado, direção hidráulica, trio elétrico, airbag para o motorista, alarme e preparação para som. A LXL trasia ainda rodas de liga leve, duplo airbag, ABS e CD player.
JUNHO DE 2003 “O Fit se sobressai nas soluções internas. Sem o tanque de combustÃvel deslocado alguns centÃmetros à frente, para citar uma delas, seria impraticável ganhar 1,28 metro na parte traseira entre o assoalho e o teto, vão útil para abrigar volumes altos. Essa é uma das variantes possÃveis com o arranjo dos bancos traseiros. São dez diferentes combinações (…) Com o rebatimento do encosto do banco dianteiro, abre-se um espaço de 2,40 metros. Se você não costuma levar prancha de surfe dentro do carro, existe ainda um modo utilitário para grandes volumes. Nessa espécie de Lego, o Fit leva vantagem por ter operação mais simples e permitir maior número de combinações”.
Â
Fonte: Revista Carro
O modelo agrada pelo espaço interno, baixo consumo e confiabilidade mecânica
Como reclamar de um carro que venceu três edições da pesquisa Os Eleitos (2004 a 2006), que mede a satisfação do proprietário, e ainda foi apontado pela QUATRO RODAS como a Melhor Compra do ano de 2004 e 2005? Esse é o currÃculo do Honda Fit, um modelo tão adorado por seus donos que foi até difÃcil encontrar alguém apontasse seus defeitos. Entre as virtudes, todos destacam a confiabilidade mecânica: ele quase nunca quebra. Também não há quem que não elogie o baixo consumo - 11,8 km/l na cidade e 15 km/l na estrada.
Lançado em abril de 2003, o pequeno monovolume de 3,83 metros impressionava pelo grande espaço interno, cujos bancos traseiros, quando rebatidos, podiam formar uma superfÃcie de 1,70 metro. No inÃcio só havia a versão 1.4 de 80 cv. Além do cãmbio manual, havia como opcional a transmissão continuamente variável (CVT), tornando o Fit o primeiro nacional a contar com esse tipo de câmbio.
Mesmo na versão básica LX, ele se destacava por ser um carro bem equipado: ar-condicionado, direção hidráulica, trio elétrico, airbag para o motorista, alarme e preparação para som. A LXL trasia ainda rodas de liga leve, duplo airbag, ABS e CD player.
JUNHO DE 2003 “O Fit se sobressai nas soluções internas. Sem o tanque de combustÃvel deslocado alguns centÃmetros à frente, para citar uma delas, seria impraticável ganhar 1,28 metro na parte traseira entre o assoalho e o teto, vão útil para abrigar volumes altos. Essa é uma das variantes possÃveis com o arranjo dos bancos traseiros. São dez diferentes combinações (…) Com o rebatimento do encosto do banco dianteiro, abre-se um espaço de 2,40 metros. Se você não costuma levar prancha de surfe dentro do carro, existe ainda um modo utilitário para grandes volumes. Nessa espécie de Lego, o Fit leva vantagem por ter operação mais simples e permitir maior número de combinações”.
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Fonte: Revista Carro