Fiesta mudará tudo na Próxima Década
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Feito no Brasil, o hatch será exportado para os EUA

Você já deve ter visto a nova geração do Mazda 2, a mais recente criação do grupo Ford. Além de mater em alta a popularidade (e as vendas) da marca japonesa, o hatch também é o ponto de partida para o próximo Fiesta.
É a partir da plataforma dele, conhecida como B2xx, que surgirá a futura encarnação do compacto da Ford, prevista para chegar à Europa agora em 2008. Até aÃ, boa notÃcia para os europeus, que terão o carro brevemente. Mas o brasileiros não precisarão ficar com tanta inveja desta vez. De acordo com Lewis Booth, chairman da Ford norte-americana, o carro também será comercializado nos Estados Unidos. E adivinha onde a versão que vai para lá será fabricada? No Brasil. É isso que afirma a publicação norte-americana Edmunds. Em uma briga com a filial mexicana, a Ford brasileira teria vencido a disputa pela produção do modelo e de seus derivados.
Os contratos de exportação do hatch para a América do Norte se iniciarão em 2010. Ou seja, a produção nacional começará pouco antes disso, provavelmente no final de 2009. Se lembrarmos que a atual geração surgiu aqui em 2002, com menos de um anos de atraso em relação à Europa, não será nada anormal termos o Fiesta em 2010, o que daria mais de três anos de vida para o modelo recém-reestilizado.
O mercado americano também importará o nosso EcoSport de segunda geração, que surgirá pouco tempo depois do hatch. Na Europa, o Fusion (uma espécie de EcoSport mais urbano) dará lugar a um modelo com jeitão de minivan, que poderá chamar B-Max - para completar a linha de minivans composta por C-Max e S-Max. Em terras Tupiniquins, também deveremos ter o novo Fiesta Sedan, já que o atual certamente estará desatualizado perante à concorrência daqui a três ou quatro anos. Um dos problemas enfrentados pelas montadoras para modernizar as gerações de seus modelos aqui tem sido o alto custo dos projetos - a GM alega isso com o Corsa, a VW com o Golf V, a Renault com o Clio III… Mas o fato de exportar os futuros Fiesta e EcoSport para os Estados Unidos garantirá o volume de produção necessário para compensar o investimento. E, assim, os brasileiros não ficarão privados de ter os mesmos carros que rodam no Primeiro Mundo. Por aqui, porém, é praticamente certo que o hatch seja simplificado em relação ao modelo europeu, como aconteceu com a atual geração. Tanto é que o projeto verde-amarelo atende pelo nome de BV2-x6, ou seja, usa a plataforma B2xx (do Mazda 2), mas com modificações. O “V”, no caso, significa Value, ou valor. Trocando em miúdos, valor para a Ford, significa um carro com boa relação custo/benefÃcio. O novo Mazda 2 encolheu no comprimento, e ficou mais baixo. A largura, ao contrário cresceu.
Nas laterias, destaque para as linha de cintura, que se eleva em direção à traseira e para as janelas-vigia, com formato incomum. Atrás, as semelhanças com o Mazda serão ainda maiores, já que o Ford abandonará as lanternas na coluna em favor de peças mais tradicionais, posicionais abaixo do vidro traseiro. De qualquer forma, na Europa já se comenta que este será o Fiesta com desenho mais agressivo de todos os tempos.
Quanto ao posicionamento, o Ford terá concorrentes como o Fiat Grande Punto, o VW Polo, o Citroën C3 (que até lá estará em outra geração) o Peugeot 207, previsto para chegar ao Brasil em 2008. Certamente, será mais caro que o modelo atual, mesmo porque, no final deste ano estreará o “Kazão” para ocupar vaga de carro de entrada da Ford no Brasil - até 2010 é possÃvel que o Ka tenha sido extinto. Quanto aos motores, ainda é cedo para afirmar se os atuais RoCam 1.0 e 1.6 cintinuarão os mesmos, mas não resta dúvida de que toda a linha será flex, inlusive os modelos que irão para os EUA. Aliás, a preocupação com a economia de combustÃvel fica clara desde o Mazda 2 - e se estenderá ao Fiesta. O hatch fabricado no Japão ficou 100kg mais leve para consumeir menos, e sua versão de acesso à gama (com motor 1.3 a gasolina de 75 cv) é capaz de rodar 18,5 km/l.
Por aqui, a fábrica de Camaçari, BA, deverá ser a responsável pela produção da famÃlia Fiesta. Como ela opera no limite, dificilmente dará conta de ainda fazer carros para os EUA. Aà entra a fábrica de São Bernardo do Campo, SP, que hoje opera com apenas 40% de sua capacidade - ainda que boa parte dessa ociosidade acabe sendo preenchida pelo “Kazão” a partir do final do ano.      Â
Feito no Brasil, o hatch será exportado para os EUA

Você já deve ter visto a nova geração do Mazda 2, a mais recente criação do grupo Ford. Além de mater em alta a popularidade (e as vendas) da marca japonesa, o hatch também é o ponto de partida para o próximo Fiesta.
É a partir da plataforma dele, conhecida como B2xx, que surgirá a futura encarnação do compacto da Ford, prevista para chegar à Europa agora em 2008. Até aÃ, boa notÃcia para os europeus, que terão o carro brevemente. Mas o brasileiros não precisarão ficar com tanta inveja desta vez. De acordo com Lewis Booth, chairman da Ford norte-americana, o carro também será comercializado nos Estados Unidos. E adivinha onde a versão que vai para lá será fabricada? No Brasil. É isso que afirma a publicação norte-americana Edmunds. Em uma briga com a filial mexicana, a Ford brasileira teria vencido a disputa pela produção do modelo e de seus derivados.
Os contratos de exportação do hatch para a América do Norte se iniciarão em 2010. Ou seja, a produção nacional começará pouco antes disso, provavelmente no final de 2009. Se lembrarmos que a atual geração surgiu aqui em 2002, com menos de um anos de atraso em relação à Europa, não será nada anormal termos o Fiesta em 2010, o que daria mais de três anos de vida para o modelo recém-reestilizado.
O mercado americano também importará o nosso EcoSport de segunda geração, que surgirá pouco tempo depois do hatch. Na Europa, o Fusion (uma espécie de EcoSport mais urbano) dará lugar a um modelo com jeitão de minivan, que poderá chamar B-Max - para completar a linha de minivans composta por C-Max e S-Max. Em terras Tupiniquins, também deveremos ter o novo Fiesta Sedan, já que o atual certamente estará desatualizado perante à concorrência daqui a três ou quatro anos. Um dos problemas enfrentados pelas montadoras para modernizar as gerações de seus modelos aqui tem sido o alto custo dos projetos - a GM alega isso com o Corsa, a VW com o Golf V, a Renault com o Clio III… Mas o fato de exportar os futuros Fiesta e EcoSport para os Estados Unidos garantirá o volume de produção necessário para compensar o investimento. E, assim, os brasileiros não ficarão privados de ter os mesmos carros que rodam no Primeiro Mundo. Por aqui, porém, é praticamente certo que o hatch seja simplificado em relação ao modelo europeu, como aconteceu com a atual geração. Tanto é que o projeto verde-amarelo atende pelo nome de BV2-x6, ou seja, usa a plataforma B2xx (do Mazda 2), mas com modificações. O “V”, no caso, significa Value, ou valor. Trocando em miúdos, valor para a Ford, significa um carro com boa relação custo/benefÃcio. O novo Mazda 2 encolheu no comprimento, e ficou mais baixo. A largura, ao contrário cresceu.
Nas laterias, destaque para as linha de cintura, que se eleva em direção à traseira e para as janelas-vigia, com formato incomum. Atrás, as semelhanças com o Mazda serão ainda maiores, já que o Ford abandonará as lanternas na coluna em favor de peças mais tradicionais, posicionais abaixo do vidro traseiro. De qualquer forma, na Europa já se comenta que este será o Fiesta com desenho mais agressivo de todos os tempos.
Quanto ao posicionamento, o Ford terá concorrentes como o Fiat Grande Punto, o VW Polo, o Citroën C3 (que até lá estará em outra geração) o Peugeot 207, previsto para chegar ao Brasil em 2008. Certamente, será mais caro que o modelo atual, mesmo porque, no final deste ano estreará o “Kazão” para ocupar vaga de carro de entrada da Ford no Brasil - até 2010 é possÃvel que o Ka tenha sido extinto. Quanto aos motores, ainda é cedo para afirmar se os atuais RoCam 1.0 e 1.6 cintinuarão os mesmos, mas não resta dúvida de que toda a linha será flex, inlusive os modelos que irão para os EUA. Aliás, a preocupação com a economia de combustÃvel fica clara desde o Mazda 2 - e se estenderá ao Fiesta. O hatch fabricado no Japão ficou 100kg mais leve para consumeir menos, e sua versão de acesso à gama (com motor 1.3 a gasolina de 75 cv) é capaz de rodar 18,5 km/l.
Por aqui, a fábrica de Camaçari, BA, deverá ser a responsável pela produção da famÃlia Fiesta. Como ela opera no limite, dificilmente dará conta de ainda fazer carros para os EUA. Aà entra a fábrica de São Bernardo do Campo, SP, que hoje opera com apenas 40% de sua capacidade - ainda que boa parte dessa ociosidade acabe sendo preenchida pelo “Kazão” a partir do final do ano.      Â