Fiat Punto Flex 1.4
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De Turim a Araraquara - No interior paulista, o Punto revelou as diferenças entre Brasil e Itália
Nosso colaborador Fernando Valeika de Barms passa mais tempo no avião que na sala da sua casa. Na Europa, avaliou o Bravo, o Linea e o Grande Punto. Aproveitamos sua passagem pelo Brasil para apresentá-lo ao Punto nacional. Queríamos conferir se o carro perdeu alguma coisa, na tradução para o português, além da palavra “Grande”, e se encarou bem o chão brasileiro.
“A cidade deAraraquara, no interior de São Paulo, não se parece com Turim, onde conheci o Grande Punto, mas até que a neblina no caminho para o interior lembra a névoa do inverno dos Alpes, onde conheci o carro. A versão brasileira tem o mesmo visual e é igual em equipamentos, como MP3 player com comandos no volante, airbag duplo eABS, mas o italiano tüilia cinco airbags a mais”, disse Valeika.
“O Punto europeu era melhor na estrada. O motor era menor que o brasileiro (1.2 contra 1.4), mas era turbodiesel, mais rico em torque, e com seis marchas. A maior diferença está na autonomia: como o consumo de diesel é baixo, um tanque rodava 978 quilômetros. A autonomia com álcool foi de apenas metros, mas em Aramquara o preço é coar 1,15 real o litro. Quase não há custo com transporte pois o álcool nasce nos canavais de lá”, afirma.
Na viagem a Araraquara, o Punto passou por estradas de terra. A vedação da carroceria resisitiu bravamente à poeira fina e vermelha, mas pedais passaram a trepidar bastante, a partir de 80 km/h. Uma oficina levantou o carro, e nada. resolveu o problema (e sem cobrar nada) foi uma loja de pneus da Rede Zacharias: era lama, havia grudado no interior da roda. Bastou bater o barro das botas. O imigrante italiano adapto-muito bem à lavoura no interior de São Paulo.
PRINCIPAIS OCORRÊNCIAS
1247 km Cai acabamento do retrovisor 2630 km Tampa
de combustível custa a fechar 7262 km Porta do
motorista não abre 10812 km Vedação de porta soltando
11442 km Tampa do controle do ar está desnivelada
Fonte: Revista Quatro Rodas
De Turim a Araraquara - No interior paulista, o Punto revelou as diferenças entre Brasil e Itália
Nosso colaborador Fernando Valeika de Barms passa mais tempo no avião que na sala da sua casa. Na Europa, avaliou o Bravo, o Linea e o Grande Punto. Aproveitamos sua passagem pelo Brasil para apresentá-lo ao Punto nacional. Queríamos conferir se o carro perdeu alguma coisa, na tradução para o português, além da palavra “Grande”, e se encarou bem o chão brasileiro.
“A cidade deAraraquara, no interior de São Paulo, não se parece com Turim, onde conheci o Grande Punto, mas até que a neblina no caminho para o interior lembra a névoa do inverno dos Alpes, onde conheci o carro. A versão brasileira tem o mesmo visual e é igual em equipamentos, como MP3 player com comandos no volante, airbag duplo eABS, mas o italiano tüilia cinco airbags a mais”, disse Valeika.
“O Punto europeu era melhor na estrada. O motor era menor que o brasileiro (1.2 contra 1.4), mas era turbodiesel, mais rico em torque, e com seis marchas. A maior diferença está na autonomia: como o consumo de diesel é baixo, um tanque rodava 978 quilômetros. A autonomia com álcool foi de apenas metros, mas em Aramquara o preço é coar 1,15 real o litro. Quase não há custo com transporte pois o álcool nasce nos canavais de lá”, afirma.
Na viagem a Araraquara, o Punto passou por estradas de terra. A vedação da carroceria resisitiu bravamente à poeira fina e vermelha, mas pedais passaram a trepidar bastante, a partir de 80 km/h. Uma oficina levantou o carro, e nada. resolveu o problema (e sem cobrar nada) foi uma loja de pneus da Rede Zacharias: era lama, havia grudado no interior da roda. Bastou bater o barro das botas. O imigrante italiano adapto-muito bem à lavoura no interior de São Paulo.
PRINCIPAIS OCORRÊNCIAS
1247 km Cai acabamento do retrovisor 2630 km Tampa
de combustível custa a fechar 7262 km Porta do
motorista não abre 10812 km Vedação de porta soltando
11442 km Tampa do controle do ar está desnivelada
Fonte: Revista Quatro Rodas