Honda Accord 2.0 LX
O Accord é de longe o mais classudo da tur¬ma. Impõe-se pelos traços marcantes, que fazem imaginar um inédito BMW Série 4, e pelas dimensões: 7 centímetros mais largo que o Jetta, 10 mais comprido que o Fusion. O volume da cabine, na norma americana EPA, é 10% maior que o do Azera (aquele que se gaba de ser mais espaçoso que o Série 7). O apoio de braço dianteiro é tão largo que motorista e carona podem usá-lo ao mesmo tempo, sem esbarrar um no outro. Atrás, o passageiro tem espaço para esticar as per¬nas como numa limusine. É uma impressão tão boa que nem a forração de veludo preto (os rivais ofere¬cem couro) é capaz de desfazer. Nem a visão do zíper que arremata as costas do banco dianteiro.
O novo Accord é ótimo em espaço interno, estilo e qualidade de construção. São argumentos fortes, capazes de conquistar o cliente que deseja viajar no banco de trás. Mas a Honda negligencia o resto. Airbag, o Accord traz só os dianteiros. Disqueteira? Ar-condicionado digital? Computador de bordo? Faróis de neblina? Só ele não tem (e estamos falando do modelo básico mais caro entre outros do mesmo estilo.
Quem quiser um Accord equipado precisa pagar 144500 reais pelo modelo EX, com motor V6.
Quem quiser um Accord animado também motor Honda 2.0 16V brilha no consumo, mais não no desempenho. Tem só 156 cv e, em torque, pe para o criticado motor 2.0 doVectra. Vazio, o Accord vai de O a 100 km/h em 12 segundos, mais lento que seus rivais e lado a lado com um Fit 1.5.
Como na geração anterior, o Accord LX é carro tranqüilo, com comandos descomplicados escassos, o que ajuda na descomplicação. Mas algo se perdeu. O antigo tinha rodar macio e direção leve, um convite ao passeio. Este endureceu a suspensão e não mudou o resto. É lindo, mas não prima pelo conforto nem pela esportividade..
Fonte: Revista Quatro Rodas
O Accord é de longe o mais classudo da tur¬ma. Impõe-se pelos traços marcantes, que fazem imaginar um inédito BMW Série 4, e pelas dimensões: 7 centímetros mais largo que o Jetta, 10 mais comprido que o Fusion. O volume da cabine, na norma americana EPA, é 10% maior que o do Azera (aquele que se gaba de ser mais espaçoso que o Série 7). O apoio de braço dianteiro é tão largo que motorista e carona podem usá-lo ao mesmo tempo, sem esbarrar um no outro. Atrás, o passageiro tem espaço para esticar as per¬nas como numa limusine. É uma impressão tão boa que nem a forração de veludo preto (os rivais ofere¬cem couro) é capaz de desfazer. Nem a visão do zíper que arremata as costas do banco dianteiro.
O novo Accord é ótimo em espaço interno, estilo e qualidade de construção. São argumentos fortes, capazes de conquistar o cliente que deseja viajar no banco de trás. Mas a Honda negligencia o resto. Airbag, o Accord traz só os dianteiros. Disqueteira? Ar-condicionado digital? Computador de bordo? Faróis de neblina? Só ele não tem (e estamos falando do modelo básico mais caro entre outros do mesmo estilo.
Quem quiser um Accord equipado precisa pagar 144500 reais pelo modelo EX, com motor V6.
Quem quiser um Accord animado também motor Honda 2.0 16V brilha no consumo, mais não no desempenho. Tem só 156 cv e, em torque, pe para o criticado motor 2.0 doVectra. Vazio, o Accord vai de O a 100 km/h em 12 segundos, mais lento que seus rivais e lado a lado com um Fit 1.5.
Como na geração anterior, o Accord LX é carro tranqüilo, com comandos descomplicados escassos, o que ajuda na descomplicação. Mas algo se perdeu. O antigo tinha rodar macio e direção leve, um convite ao passeio. Este endureceu a suspensão e não mudou o resto. É lindo, mas não prima pelo conforto nem pela esportividade..
Fonte: Revista Quatro Rodas
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O espaço interno é generoso. Se falta lugar no porta-malas, o banco de trás, que é bipartido, pode ser deslocado em 15 centímetros para acomodar melhor bagagens e pessoas. A única queixa vai para os bancos dianteiros, com pouco apoio lateral.



