6th Junho 2008

Ford Fusion 2.3 SEL

 A administração de frotas da empresa compra­ria o Fusion. Bancos de couro, sensor de estacionamento, seis airbags, freios ABS, dis­queteira no painel, acendimento automático dos faróis, tradição de marca, valor de revenda, ampla rede autorizada… A Ford tem boa resposta para qual­quer pecgunta, inclusive sobre dinheiro: o Fusion é o modelo básico mais barato em comparação a outros do mesmo estilo e vem quase completo. O único opcional é o teto solar, por 3535 reais. (Experimente antes de comprar, porque ele rouba bastante espaço da cabeça. Nos outros modelos, isso não chega a incomodar.)

Aperte o controle remoto e ele ilumina o chão diante da porta. Entramos e vemos o banco de couro preto, com costura cinza-claro. O arremate (e as saí­das de ar que, fechadas, repetem o estilo da grade dianteira) dá charme ao carro. Mas bato a porta e o barulho contrasta com o baque abafado ouvido nos rivais. O carro da Ford é gentil, mas falta-lhe berço.

Os painéis de porta e o encosto de braço são cobertos por borracha que nem se esforça em imitar couro. O relógio no centro do painel parece distinto, mas olhe de perto e repare como o acabamento dos ponteiros é inferior ao que tínhamos no antigo Ka.
Mas quem não repara em detalhes vai adorar equalizador do rádio é exemplo da descomplicação do Fusion, com opções “motorista”, “todos os passageiros” e “banco de trás”. Nível do óleo, pressão dos pneus ou lâmpadas queimadas, ele confere. O câmbio automático tem cinco marchas, mostra o essencial: P-R-N-D-L. A única complicação é o teclado sobre a maçaneta da porta do motorista.  Serve para entrar sem a chave, com senha de números. Finja que não existe e ele não irá incomodar. E, se você espera que um carro tão pouco interativo tenha comportamento molenga, engana-se: o motor 2.3 resolve o problema e a suspensão tem a melhor relação conforto/estabilidade.

 

Fonte: Revista Quatro Rodas

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6th Maio 2008

FOCUS x FIESTA

A caixa de roda traseira do Focus é inteiramente forrada com carpete preto, como no Rolls-Royce Phantom. É para abafar o ruído de rolamento dos pneus e proteger o carro de pedriscos. A caixa da roda traseira do Fiesta Trend é de chapa desprotegida, sequer pintada de preto. É desse tamanho a diferença de construção entre Focus GL e Fiesta Trend. O primeiro surgiu como referência de qualidade no mercado europeu de carros médios, em 1998, e passou a ser feito na Argentina em 2000. O segundo chegou em 2002 como um carro pequeno em versão barateada para países pobres. Desde então o Focus perdeu requinte e o Fiesta ganhou, mas a diferença entre os dois continua um abismo. Menos no preço.

O Fiesta foi lançado agora e, na versão Trend, pelo valor de tabela de 39 710 reais. Entrega ar-condicionado, direção hidráulica, travas e vidros elétricos. O Focus tem preço sugerido de 43 490 reais, com ar-condicionado e direção hidráulica. Mas tem saído por 39 500 reais, às vezes com direito à travas e vidros. Fazem a mesma coisa. Mas não do mesmo jeito.
No que o Fiesta é melhor que o Focus? Maçanetas, borrachões e retrovisores da cor do carro e a opção de abastecer com álccol. O Focus usa o mesmo motor 1.6, mas não é biocombustível. O custo por quilômetro rodado é maior, tal como o valor do seguro (5%). O pacote de peças é bem mais caro (76%), mas o teste do Cesvi mostrou que consertar o Focus custa menos que o Fiesta (ídice 19 contra 20). Foi projetado para quebrar menos numa colisão.

E no que o Fiesta é pior que o Focus? Bancos com tecido vagamente prateado, que ressaltam as falhas de costura e caimento, largura do banco de trás (na altura, nada a reclamar, é espaçoso) e porta-malas (305 litros contra 350). Em prazer ao dirigir, o Fiesta vai bem entre os pequenos, mas contra o Focus e sua suspenção traseira multilink, referência mundial no assunto, é covardia.
FOCUS 1.6 GL

Dinheiro
Preço da tabela - 43 490reais
Preço real - 39 500 reais
Pacote de peças* - 2 354 reais
Índice de reparabilidade - 19
Seguro - 2 190 reais

Desempenho
Consumo cidade (km/l)(A/G) - 10
Consumo estrada (km/L)(A/G) - 15
0 a 100 km/h (s) (A/G) - 13

Equipamentos
Ar-condicionado/direção hidráulica
Rodas de liga leve (1 692 reais)
CD player (958 reais)
Vidros/travas (1 240 reais¹)/espelhos
FIESTA 1.6 TREND

Dinheiro
Preço da tabela - 39 710 reais
Preço real - 39 710 reais
Pacote de peças* - 1 336 reais
Índice de reparabilidade - 20
Seguro - 2 079 reais

Desempenho
Consumo cidade (km/l)(A/G) - 7,6/12,1
Consumo estrada (km/L)(A/G) - 10,4/16,4
0 a 100 km/h (s) (A/G) - 12/12,5

Equipamentos
Ar-condicionado/direção hidráulica
Rodas de liga leve (1 441 reais)
CD player (958 reais)
Vidros/travas/espelhos (3 050 reais)
Airbag e ABS (9 220 reais¹)

*pacote de peças: farol dianteiro direito, pára-lama dianteiro direito, pára-choque dianteiro, par de pastilhas de freio dianteiras, par de amortecedores.

 

Fonte: Revista Quatro Rodas

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10th Abril 2008

Fiesta mudará tudo na Próxima Década

Feito no Brasil, o hatch será exportado para os EUA

Você já deve ter visto a nova geração do Mazda 2, a mais recente criação do grupo Ford. Além de mater em alta a popularidade (e as vendas) da marca japonesa, o hatch também é o ponto de partida para o próximo Fiesta.
É a partir da plataforma dele, conhecida como B2xx, que surgirá a futura encarnação do compacto da Ford, prevista para chegar à Europa agora em 2008. Até aí, boa notícia para os europeus, que terão o carro brevemente. Mas o brasileiros não precisarão ficar com tanta inveja desta vez. De acordo com Lewis Booth, chairman da Ford norte-americana, o carro também será comercializado nos Estados Unidos. E adivinha onde a versão que vai para lá será fabricada? No Brasil. É isso que afirma a publicação norte-americana Edmunds. Em uma briga com a filial mexicana, a Ford brasileira teria vencido a disputa pela produção do modelo e de seus derivados.
Os contratos de exportação do hatch para a América do Norte se iniciarão em 2010. Ou seja, a produção nacional começará pouco antes disso, provavelmente no final de 2009. Se lembrarmos que a atual geração surgiu aqui em 2002, com menos de um anos de atraso em relação à Europa, não será nada anormal termos o Fiesta em 2010, o que daria mais de três anos de vida para o modelo recém-reestilizado.
O mercado americano também importará o nosso EcoSport de segunda geração, que surgirá pouco tempo depois do hatch. Na Europa, o Fusion (uma espécie de EcoSport mais urbano) dará lugar a um modelo com jeitão de minivan, que poderá chamar B-Max - para completar a linha de minivans composta por C-Max e S-Max. Em terras Tupiniquins, também deveremos ter o novo Fiesta Sedan, já que o atual certamente estará desatualizado perante à concorrência daqui a três ou quatro anos. Um dos problemas enfrentados pelas montadoras para modernizar as gerações de seus modelos aqui tem sido o alto custo dos projetos - a GM alega isso com o Corsa, a VW com o Golf V, a Renault com o Clio III… Mas o fato de exportar os futuros  Fiesta e EcoSport para os Estados Unidos garantirá o volume de produção necessário para compensar o investimento. E, assim, os brasileiros não ficarão privados de ter os mesmos carros que rodam no Primeiro Mundo. Por aqui, porém, é praticamente certo que o hatch seja simplificado em relação ao modelo europeu, como aconteceu com a atual geração. Tanto é que o projeto verde-amarelo atende pelo nome de BV2-x6, ou seja, usa a plataforma B2xx (do Mazda 2), mas com modificações. O “V”, no caso, significa Value, ou valor. Trocando em miúdos, valor para a Ford, significa um carro com boa relação custo/benefício. O novo Mazda 2 encolheu no comprimento, e ficou mais baixo. A largura, ao contrário cresceu.
Nas laterias, destaque para as linha de cintura, que se eleva em direção à traseira e para as janelas-vigia, com formato incomum. Atrás, as semelhanças com o Mazda serão ainda maiores, já que o Ford abandonará as lanternas na coluna em favor de peças mais tradicionais, posicionais abaixo do vidro traseiro. De qualquer forma, na Europa já se comenta que este será o Fiesta com desenho mais agressivo de todos os tempos.
Quanto ao posicionamento, o Ford terá concorrentes como o Fiat Grande Punto, o VW Polo, o Citroën C3 (que até lá estará em outra geração) o Peugeot 207, previsto para chegar ao Brasil em 2008. Certamente, será mais caro que o modelo atual, mesmo porque, no final deste ano estreará o “Kazão” para ocupar vaga de carro de entrada da Ford no Brasil - até 2010 é possível que o Ka tenha sido extinto. Quanto aos motores, ainda é cedo para afirmar se os atuais RoCam 1.0 e 1.6 cintinuarão os mesmos, mas não resta dúvida de que toda a linha será flex, inlusive os modelos que irão para os EUA. Aliás, a preocupação com a economia de combustível fica clara desde o Mazda 2 - e se estenderá ao Fiesta. O hatch fabricado no Japão ficou 100kg mais leve para consumeir menos, e sua versão de acesso à gama (com motor 1.3 a gasolina de 75 cv) é capaz de rodar 18,5 km/l.
Por aqui, a fábrica de Camaçari, BA, deverá ser a responsável pela produção da família Fiesta. Como ela opera no limite, dificilmente dará conta de ainda fazer carros para os EUA. Aí entra a fábrica de São Bernardo do Campo, SP, que hoje opera com apenas 40% de sua capacidade - ainda que boa parte dessa ociosidade acabe sendo preenchida pelo “Kazão” a partir do final do ano.       

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3rd Abril 2008

Um Preço e duas Medidas

Eles têm muito em comum, mais apresentam diferenças que vão bem além dos cromados e do tamanho

 Ford Fusion e Volkswagen Jetta são sedãs bem equipados, chegam ao Brasil importados do México e estão na mesma faixa de preço. O Fusion custa 82 790 reais e o Jetta, 83 160 reais, ambos oferecidos em únicas versões. Por essas coincidências, são cobiçados pelo mesmo tipo de público, formado em geral por homens com mais de 35 anos bem postos na carreira. Eles disputam o topo do segmento dos sedãs médios, ligeiramente acima de Honda Civic, Toyota Corolla e Chevrolet Vectra. Mas, apesar dos pontos em comum, Fusion e Jetta são carros ebm diferentes.
O Fusion se impões logo de cara. Sua frente longa e traseira curta, a linha da cintura alta com a grade cromada e os grandes faróis, chamam a atenção e avisam que, apesar de ser um sedã - que pode servir como carro de representação ao levar o dono ao teatro, à noite -, ele conta com uma lado esportivo desenvolvido. O Jetta é bem mais discreto, como reza o tradicional manual alemão de como fazer carros. Mas nem por isso ele é um carro acanhado. Pelo contrário, ele surpreende quem baseia seu julgamento apenas nas aparências.
Postos lado a lado, a maior diferença entre eles está nas dimensões. O Fusion é maior, e por isso talvez consiga atrair mais olhares que o Jetta. Um bom benefício mais palpável ligado ás dimensões é o espaço interno, mais generoso no Fusion. Ainda que ambos acomodem cinco pessoas, o Ford oferece mais espaço para ombros, quadris e pernas para o povo. No porta-malas, eles se equivalem. Eles se equivalem. O Ford tem capacidade para 530 litros, enquanto no Volks cabem 527 litros, de acordo com as medições das fábricas. O Fusion foi desenvolvido com a participação das engenharias do Brasil e do México, segundo a Ford, mais não perdeu o que mais os americanos apreciam em um veículo, que é o conforto. Além do espaço interno, ele é silencioso e roda com suavidade. Sua suspenção absorve as irregularidades das ruas e a direção não exige esforço do motorista nas manobras. Ele é o oposto do Jetta, que segue os conceitos europeus. OVW sacrifica o conforto em favor da digiribilidade. Ele não chega a ser uma carro duro - podemos dizer até que os engenheiros alemães foram condescendentes na hora de atender a esse requisito -, mais suas suspenção é mais fechada e transmite seu diálogo com o piso. O carro passa sobre uma emenda no asfalto e você sente a batida nos pneus, enquanto o Fusion poupa o motorista desses detalhes. A direção do VW está sempre pronta a conversar com o motorista, repassando os estímulos que chegam da pista. Mas, nesse aspecto, não se pode afirmar que um é melhor que o outro. São personalidades diferentes, cada qual coerente com seu projeto. Quem gosta de vida boa e água fresca vai adorar o Fusion. Quem é chegado a pegar uma estrada para estimular os reflexos não vai querem largar o volante do Jetta.

Jogo virado até aqui, o Fusion só batel no rival e justificou sua superioridade nas lojas. Lançado em junho de 2006, terminou o ano como líder no segmento, ultrapassando o Accord. Ao todo, a Ford vendeu 7041 unidades do Fusion, em 2006, com uma média de 100 unidades/mês. O Jetta estreou em setembro, e fechou o ano em quinto lugar no segmento, com 748 unidades - 187 carros/mês, em média. Em janeiro de 2007 foram vendidos 1015 Fusion e 257 Jetta.
No entanto, basta chegar à pista para o Jetta dar o troco. Seu motor 2.5 FSI é um pouco menos potente, mais entrega mais torque. Como se não bastasse, o motor tem na caixa de seis marchas um aliado poderoso: a opção de trocas seqüenciais. è pisar no acelerador, para sentir o impacto do motor empurrando o carro. O câmbio automático do Fusion, é de cinco marchas, com a opção da função Low, uma redução que ajuda na sultrapassagens ou quendo se precisa de freio-motor. Segundo a Ford, o sistema proucura a redução mais apropriada para a rotação do motor. Na pista, o Jetta viu o Fusion pelo retrovisor. Foi mais rápido em aceleração e retomadas e ainda gastou menos combustível. Isso mesmo sendo mais pesado, que o Fusion. São 1469 quilos contra 1432 do Ford.
Os dois tem ar-condicionado, seis airbags, CD player com disqueteira e MP3, volante multifuncional e freios ABS, traz controle eletrônico, de tração e de estabilidade. Sua direção têm assistência elétrica, enquanto a do Fusion é hidráulica. Além de mais precisa, porque só é acionada na medida da necessidade, a eléetrica economiza combustível, poi não rouba potência do motor.
No acabamento, apesar de ter bancos de couro de série (opcionais no Jetta), o Fusion perde pontos nos outros materiais de revestimento, de qualidade inferior ao rival. O painel é alcochoado, mais é visualmente mais pobre que a do Jetta. No VW essa peça é mais macia e agradável, ao toque e ao olhar. O Jetta tem apliques de alumínio, no painel e no console. O Fusion usa placas de plástico, embora a peça que imita a laca das teclas pretas do piano seja de bom gosto. Nas portas, mais uma vez VW faz melhor figura. A Ford foi econômica no relevo da parte que reveste a porta, enquanto a Volks caprichou  na mistura de materiais, com a inclusão de um friso de alumínio. Pela expectatica que cria com seu visual externo, o Fusion merecia um acabamento interno mais sofisticado.
A escolha do Fusion traz algumas vantagens econômicas ao proprietário. A Ford oferece três anos de garantia, sem limite de quilometragem, enquanto a Volks fecha em dois anos ou 50 000 quilômetros. E, no que diz respeito ao seguro, segundo a corretora, Nova Feabri, o seguro do Fusion custa em média 3 800 reais, enquanto o Jetta fica em 5 500 reais.
Mas, apesar dessa economia, do porte atlético e das boas vendas, O Fusion não consegue superar o Jetta. Apesar de seu visual mais discreto, o Jetta tem mais ingredientes para agradar o comprador de seu segmento. O acabamento superior, a sofisticação técnica do câmbio seqüencial e da direção elétrica e os equipamentos de segurança fazem a diferença. Sem falar no desempenho e na economia na pista - que podem não ser apropriadas para o candidato a um deles, mas são sempre bem vindas.

                                                           

 

Fonte: Revista Quatro Rodas

 

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13th Março 2008

Ianque de alma Italiana

 

 


Com a benção dos norte-americanos, o desingner Fabrizio Giugiaro cria uma nova versão do mítico Ford Mustang

 

 

Se esta fosse uma reportagem sobre culinária, imagine qual seria o resultado de cooperação entre norte-americanos e italianos. Talvez um hambúrguer duplo coberto com parmesão e molho de trufas apimentado. Um típico exemplar de fast-food, mas cujo sabor fantástico explodiria na boca à primeira abocanhada. Sabores e temperos à parte, é mais ou menos assim que pode ser definida uma das mais recentes criações dos estúdios Italdesing: o Ford Mustang by Giugiaro.
Visulamente, não há como deixar de reconhecer o lendário automóvel da ford. Afinal, a intervenção de Fabrizio Giugiaro - filho do mestre Giorgetto - não pode ser considerada impactante. O modelo ganhou detalhes como lanternas e saídas de escape redesenhadas, portas asa-de-gaivota, e um belíssimo teto translúcido, mas o estilo original não foi alterado.
Isso, no entanto, não desmerece o trabalho do desingner italiano. Pelo contrário, Como no caso do doubleburger citado no início deste texto, as alterações promovidas por Giugiaro  funcionam como o condimento que dá um novo paladar a um prato bastante conhecido. Então, vamos degusta-lo!
Ao toque de um botão, as portas se abrem elegantemente, dando acesso ao interior decorado de maneira mais norte-americana possível. O acabamento mistura partes metálicas cromadas e pintadas e revestimento de couro marron e…pele de vaca!O resultado é de gosto bastante duvidoso, mais não pode se negar que chama bastante atenção. Dá vontade de gritar: “Aiô, Silver!”
A controvérsia acaba no momento em que se dá a partida no pony car. O motor - como não poderia deixar de ser - é um v8 de 4.61 supercharged com cerca de 500cv. A sinfonia que soa pelo duplo escape (um típico som norte-americano) não deixa dúvida sobre o que este Mustang é capaz de fazer.
O câmbio manual de 5 marchas tem engates preciosos e o acionamento da embreagem é bastante leve, ao contrário do que se poderia esperar. As arrancadas são vigorosas e, conforme as rotações do propulsor sobem, é possível perceber o funcionamento do compressor “soprando” o ar para dentro dos cilindros. Ainda bem que, felizmente, Giugiaro não se esqueceu da segurança. Para deter este Mustang, a empresa providenciou enormes discos da Brembo. “Eles ficam muito bem dentro das rodas O.Z., explicou Fabrizio.

As alterações de Giugiaro deixaram o Mustang com um estilo mais atual. As linhas originais, porém, permaneceram como uma homenagem ao ícone norte-americano.



As portas no estilo asa-de-gaivota conferem um charme particular ao modelo criado pela Italdesign

 

Embora contente com sua obra, Giugiaro descarta a hipótese do conhecimento se tornar a próxima geração do Ford Mustang
Rodar com o Mustang by Giugiaro também proporciona outra sensação fantástica: sentir-se como em um caça, graças ao teto de vidro especial. O designer confessa que chegou a ficar preocupado, pois temia que o habitáculo se tornasse um forno em dias de muito sol. Graças a tecnologia, porém, esse problema foi eliminado. O material, feito pela Solutia, empresa especializada em vidros especiais, filtra 100% dos raios solares. “Rodei com o carro em dias quentes e ensolarados sem problema algum.” afirma Fabrizio. Vale registrar, que as barras longitudinais são reforçadas e protegem os ocupantes no caso de acidentes com capotagem.
A questão agora é: será que o conceito criado pela Italdesign possuí chance de se tornar o próximo Mustang de série? Embora o próprio J Mays (chefe dos desings da Ford) tenha aprovado o projeto, Fabrizio Giugiaro descarta essa hipótese. Além disso, explica, “Apesar de se tratar de um carro muito moderno e apaixonate, este não é um projeto criado totalmente por mim.” É verdade. Mas bem que os progetistas  norte-americanos poderiam se inspirar um pouco mais no estilo italiano. Afinal, embora seja a terra do hamburguer e do cachorro-quente, os Estados Unidos consomem também muita pizza.
Rodar com o Mustang by Giugiaro também proporciona outra sensação fantástica: sentir-se como em um caça, graças ao teto de vidro especial. O designer confessa que chegou a ficar preocupado, pois temia que o habitáculo se tornasse um forno em dias de muito sol. Graças a tecnologia, porém, esse problema foi eliminado. O material, feito pela Solutia, empresa especializada em vidros especiais, filtra 100% dos raios solares. “Rodei com o carro em dias quentes e ensolarados sem problema algum.” afirma Fabrizio. Vale registrar, que as barras longitudinais são reforçadas e protegem os ocupantes no caso de acidentes com capotagem.A questão agora é: será que o conceito criado pela Italdesign possuí chance de se tornar o próximo Mustang de série? Embora o próprio J Mays (chefe dos desings da Ford) tenha aprovado o projeto, Fabrizio Giugiaro descarta essa hipótese. Além disso, explica, “Apesar de se tratar de um carro muito moderno e apaixonate, este não é um projeto criado totalmente por mim.” É verdade. Mas bem que os progetistas  norte-americanos poderiam se inspirar um pouco mais no estilo italiano. Afinal, embora seja a terra do hamburguer e do cachorro-quente, os Estados Unidos consomem também muita pizza.

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