Ford Fusion 2.3 SEL
A administração de frotas da empresa compraria o Fusion. Bancos de couro, sensor de estacionamento, seis airbags, freios ABS, disqueteira no painel, acendimento automático dos faróis, tradição de marca, valor de revenda, ampla rede autorizada… A Ford tem boa resposta para qualquer pecgunta, inclusive sobre dinheiro: o Fusion é o modelo básico mais barato em comparação a outros do mesmo estilo e vem quase completo. O único opcional é o teto solar, por 3535 reais. (Experimente antes de comprar, porque ele rouba bastante espaço da cabeça. Nos outros modelos, isso não chega a incomodar.)
Aperte o controle remoto e ele ilumina o chão diante da porta. Entramos e vemos o banco de couro preto, com costura cinza-claro. O arremate (e as saídas de ar que, fechadas, repetem o estilo da grade dianteira) dá charme ao carro. Mas bato a porta e o barulho contrasta com o baque abafado ouvido nos rivais. O carro da Ford é gentil, mas falta-lhe berço.
Os painéis de porta e o encosto de braço são cobertos por borracha que nem se esforça em imitar couro. O relógio no centro do painel parece distinto, mas olhe de perto e repare como o acabamento dos ponteiros é inferior ao que tínhamos no antigo Ka.
Mas quem não repara em detalhes vai adorar equalizador do rádio é exemplo da descomplicação do Fusion, com opções “motorista”, “todos os passageiros” e “banco de trás”. Nível do óleo, pressão dos pneus ou lâmpadas queimadas, ele confere. O câmbio automático tem cinco marchas, mostra o essencial: P-R-N-D-L. A única complicação é o teclado sobre a maçaneta da porta do motorista. Serve para entrar sem a chave, com senha de números. Finja que não existe e ele não irá incomodar. E, se você espera que um carro tão pouco interativo tenha comportamento molenga, engana-se: o motor 2.3 resolve o problema e a suspensão tem a melhor relação conforto/estabilidade.
Fonte: Revista Quatro Rodas
A administração de frotas da empresa compraria o Fusion. Bancos de couro, sensor de estacionamento, seis airbags, freios ABS, disqueteira no painel, acendimento automático dos faróis, tradição de marca, valor de revenda, ampla rede autorizada… A Ford tem boa resposta para qualquer pecgunta, inclusive sobre dinheiro: o Fusion é o modelo básico mais barato em comparação a outros do mesmo estilo e vem quase completo. O único opcional é o teto solar, por 3535 reais. (Experimente antes de comprar, porque ele rouba bastante espaço da cabeça. Nos outros modelos, isso não chega a incomodar.)
Aperte o controle remoto e ele ilumina o chão diante da porta. Entramos e vemos o banco de couro preto, com costura cinza-claro. O arremate (e as saídas de ar que, fechadas, repetem o estilo da grade dianteira) dá charme ao carro. Mas bato a porta e o barulho contrasta com o baque abafado ouvido nos rivais. O carro da Ford é gentil, mas falta-lhe berço.
Os painéis de porta e o encosto de braço são cobertos por borracha que nem se esforça em imitar couro. O relógio no centro do painel parece distinto, mas olhe de perto e repare como o acabamento dos ponteiros é inferior ao que tínhamos no antigo Ka.
Mas quem não repara em detalhes vai adorar equalizador do rádio é exemplo da descomplicação do Fusion, com opções “motorista”, “todos os passageiros” e “banco de trás”. Nível do óleo, pressão dos pneus ou lâmpadas queimadas, ele confere. O câmbio automático tem cinco marchas, mostra o essencial: P-R-N-D-L. A única complicação é o teclado sobre a maçaneta da porta do motorista. Serve para entrar sem a chave, com senha de números. Finja que não existe e ele não irá incomodar. E, se você espera que um carro tão pouco interativo tenha comportamento molenga, engana-se: o motor 2.3 resolve o problema e a suspensão tem a melhor relação conforto/estabilidade.
Fonte: Revista Quatro Rodas
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