Carro a Energia Solar
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Depois de gás natural, etanol, eletricidade e hidrogênio, agora é a vez de a luz solar funcionar como alternativa energética para automóveis. A última novidade nessa área é a utilização das células fotovoltaicas no teto dos veículos.Assim como os painéis de aquecimento hoje instalados no telhado dc muitas casas, elas servirão para absorver a luz do sol e transformá-la em energia. Modelos como o esportivo híbrido Fisker Karma e o compacto Aptera Typ-1, por exemplo, vão usar o sistema para ajudar no funcionamento da climatização interna.
Destaque no Salão de Detroit, cm janeiro, o Karma terá o novo “teto solar” como opcional. Ele servirá tanto para ajudar na recarga da bateria elétrica do automóvel como para regular a temperatura da cabine. Por enquanto a empresa não quer divulgar mais detalhes sobre o funcionamento do sistema. Não se sabe, portanto, qual será a quantidade de energia fornecida por esse teto. Hoje, a eficiência dessas células ainda ébaixa: elas transformam apenas 28% da luz que recebem em energia elétrica. Além disso, a radiação solar também varia dependendo da região do planeta, produzindo mais ou menos eletricidade.
O Fisker Karma vai custar 80000 dólares e será lançado em uma edição limitada de 99 veículos no último trimestre de 2009. Ele poderia acelerar de O a 100 km/h em 6 segundos e atingir 200 kmlh. Andando apenas com seu motor elétrico ligado, teria autonomia para rodar até 80 quilômetros.
Outro modelo que também aposta no painel solar no teto é o ApteraTyp-1, da companhia Aptera Motors, que tem lançamento previsto para o fim do ano nos Estados Unidos. Modelo de dois lugares que mais parece um triciclo com carenagem, ele deve custar menos de 30000 dólares. Nesse caso, o sistema servirá igualmente para controlar a climatização interna. A empresa também se recusou a mdivulgar detalhes do seu funcionamento.
Agora só resta esperar essa tecnologia chegar ao mercado americano para descobrir se o novo “teto solar” será mesmo uma nova solução eficaz de energia limpa e barata.
Fonte: Revista Quatro Rodas
Depois de gás natural, etanol, eletricidade e hidrogênio, agora é a vez de a luz solar funcionar como alternativa energética para automóveis. A última novidade nessa área é a utilização das células fotovoltaicas no teto dos veículos.Assim como os painéis de aquecimento hoje instalados no telhado dc muitas casas, elas servirão para absorver a luz do sol e transformá-la em energia. Modelos como o esportivo híbrido Fisker Karma e o compacto Aptera Typ-1, por exemplo, vão usar o sistema para ajudar no funcionamento da climatização interna.
Destaque no Salão de Detroit, cm janeiro, o Karma terá o novo “teto solar” como opcional. Ele servirá tanto para ajudar na recarga da bateria elétrica do automóvel como para regular a temperatura da cabine. Por enquanto a empresa não quer divulgar mais detalhes sobre o funcionamento do sistema. Não se sabe, portanto, qual será a quantidade de energia fornecida por esse teto. Hoje, a eficiência dessas células ainda ébaixa: elas transformam apenas 28% da luz que recebem em energia elétrica. Além disso, a radiação solar também varia dependendo da região do planeta, produzindo mais ou menos eletricidade.
O Fisker Karma vai custar 80000 dólares e será lançado em uma edição limitada de 99 veículos no último trimestre de 2009. Ele poderia acelerar de O a 100 km/h em 6 segundos e atingir 200 kmlh. Andando apenas com seu motor elétrico ligado, teria autonomia para rodar até 80 quilômetros.
Outro modelo que também aposta no painel solar no teto é o ApteraTyp-1, da companhia Aptera Motors, que tem lançamento previsto para o fim do ano nos Estados Unidos. Modelo de dois lugares que mais parece um triciclo com carenagem, ele deve custar menos de 30000 dólares. Nesse caso, o sistema servirá igualmente para controlar a climatização interna. A empresa também se recusou a mdivulgar detalhes do seu funcionamento.
Agora só resta esperar essa tecnologia chegar ao mercado americano para descobrir se o novo “teto solar” será mesmo uma nova solução eficaz de energia limpa e barata.
Fonte: Revista Quatro Rodas