500 e Cacetada!
Postado em CARRO FIAT |
Ter um Marea versão turbo já é sinônimo de ter um carro com um belo desempenho. Faz de 0-100km/h em oito segundos e alcança mais de 200km/h. Mas para algumas pessoas isso não basta. Sorte nossa!
Â
Louco?!
Apostando que o mito sobre o alto custo de manutenção do Marea seria somente um mito mesmo, Fernando de Carvalho, empresário, adquiriu um belo exemplar do automóvel Fiat. Após algum tempo, o carro quebrou e o que seu proprietário descobriu é que já havia uma “preparação”(muito mal feita por sinal) em seu motor que já era turbo. Isso era tudo o que faltava para que a idéia de mexer no carro inteiro virasse praticamente uma obsessão. Muitos preparadores recusaram, ficara com o pé atrás, até que há seis meses, a Racecraft aceitou o desafio: “Muita gente falou mal, mais no final todo mundo gostou” diz Gabriel, o preparadopr e dono da Racecraft. O resultado foi um árduo trabalho, aproximadamente 30 mil reais gastos somente no motor com mais de 500 cavalos de potência! Coisa de louco? Concerteza os loucos serão aqueles que ousarem mexer com essa ferinha, já que a intenção é levar o carro para tracks days e arrancadas.
Puro veneno, sem enfeites
O carro não recebeu modificações externas que pendesse para o tuning. As alterações feitas no veÃculo visavam apenas o desempenho, como deve ser. Pra quê “perfumaria” se o carro não anda?
Por fora o que entrega o ouro são as rodas de aro 17 da Mangels, calçadas em pneu Yokohama 205/45 R17. Essa mudança foi necessária, para melhorar a aderencia nas arrancadas. Rodas menores tendem a “patinar” com mais facilidade, perdendo preciosos segundos nas arrancadas. Como só as rodas não fazem milagres, as molas foram retrabalhadas pela Alonso Molas, ficando mais curtas, e os amortecedores são Fênix, com 50% a mais de dureza. Para parar com mais eficiência, os discos de freios, foram trocados por outros da Power Brakes, com pastilhas da mesma marca. Esses discos são frisados, refrigeram melhor e ainda ajudam as pastilhas a se manterem sempre limpinhas. Os dianteiros têm 285 mm e os traseiros 250mm. De resto, tudo na mais bela originalidade. No interior, só foram acrescentados manômetros, para monitorar a cavalaria, que são: hallmeter, manômetro de turbo e óleo da ODG e só! Nada de frescura.
O Haras
Você quer motor? Aqui tem de sobra! Vamos ver o que foi feito para quase triplicar o número de eqüÃnos do propulsor Fiat. A turbina original, a grande responsável pelo desempenho do carro frente à s versões normais, foi trocada por outra maior, para poder dar mais “pegada” em alta rotação, pois o carro foi feito para andar em estradas literalmente “comendo o asfalto”!
A injeção é do tipo seqüencial, ou seja, ela injeta o combustÃvel (álcool) só no cilindro que está fazendo a admissão, economisando comustÃvel, e não em todos de uma vez, como acontece nos sistemas mais antigos. Para “puxar” o combustÃvel, nada melhor do que a velha bomba do Gol Gti né? Mas, mesmo assim, ela foi trabalhada para que se pudesse oferecer o máximo de desempenho, com subcachê, que, com grosso modo, seria um cash tank, mais que tem um fucionamento diferente, pois em curvas acentuadas, quando o tanque fica inclinado, ele impende que entre ar ao invés de álcool no sistema, evitando assim possÃveis falhas na alimentação, ou seja, com ele, a bomba sempre tem combustÃvel e nunca tem ar. A pressão da linha do combustÃvel agora trabalha com 3bar iniciais e 5bar finais.
Cuidado, se não ele passa por cima
O módulo de ignição é original, mais foi retrabalhado para produzir mais faÃscas. Cabos de velas? O Marea não usa! Em compensação usa cinco bobinas e velas modelo NGK 9 V-Power, que garantem uma queima perfeita da mistura. O cabeçote foi retrabalhado pela Paula Faria, com ângulos suavisados e dutos polidos, enquando que o comando permanece original, já que ele vem mais “bravinho” de fábrica nessa versão turbinada. Sem contar com o avanço da polia, caracterÃstica dos motores 5 cilÃndros do Marea que, assim como o Gol Turbo, avançam alguns graus em altas rotações, aumentando o tempo de abertura das válvulas e melhorando o desempenho. Pura tecnologia.
Para aguentar a nova potência, os pistões tiveram que ser forjados. è claro que a montadora italiana melhorou a qualidade dos que vinham, equipados originalmente, mas eles poderiam não resistir a essa nova potência, então o preparador Gabriel achou melhor instalar os da Powertech, de 83,5 mm passando a cilindrada para 2.100cc e fazendo conjunto com as bielas da mesma empresa.
Música para os ouvidos
Agora, para passar a potência para as rodas o câmbio e o diferencial se mostraram suficientes, menos a embreagem, claro! Para sanar esse “probleminha”, foi instalado um conjunto de cerâmica da Displatô, com seis pastilhas e platô com 1300lb. Vocês não imaginam o que é esta máquina acelerando! O lindo ronco se dá graças ao cano de 2″ desde o coletor até o final, com apenas um único abafador. É muito lindo! Depois de tudo isso, que venham os “APzeiros” da vida, “zetequeiros” ou qualquer outro, porque com esse motor, poucos podem. Pode ter certeza!
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Fonte: 100% Veneno
Ter um Marea versão turbo já é sinônimo de ter um carro com um belo desempenho. Faz de 0-100km/h em oito segundos e alcança mais de 200km/h. Mas para algumas pessoas isso não basta. Sorte nossa!
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Louco?!
Apostando que o mito sobre o alto custo de manutenção do Marea seria somente um mito mesmo, Fernando de Carvalho, empresário, adquiriu um belo exemplar do automóvel Fiat. Após algum tempo, o carro quebrou e o que seu proprietário descobriu é que já havia uma “preparação”(muito mal feita por sinal) em seu motor que já era turbo. Isso era tudo o que faltava para que a idéia de mexer no carro inteiro virasse praticamente uma obsessão. Muitos preparadores recusaram, ficara com o pé atrás, até que há seis meses, a Racecraft aceitou o desafio: “Muita gente falou mal, mais no final todo mundo gostou” diz Gabriel, o preparadopr e dono da Racecraft. O resultado foi um árduo trabalho, aproximadamente 30 mil reais gastos somente no motor com mais de 500 cavalos de potência! Coisa de louco? Concerteza os loucos serão aqueles que ousarem mexer com essa ferinha, já que a intenção é levar o carro para tracks days e arrancadas.
Puro veneno, sem enfeites
O carro não recebeu modificações externas que pendesse para o tuning. As alterações feitas no veÃculo visavam apenas o desempenho, como deve ser. Pra quê “perfumaria” se o carro não anda?
Por fora o que entrega o ouro são as rodas de aro 17 da Mangels, calçadas em pneu Yokohama 205/45 R17. Essa mudança foi necessária, para melhorar a aderencia nas arrancadas. Rodas menores tendem a “patinar” com mais facilidade, perdendo preciosos segundos nas arrancadas. Como só as rodas não fazem milagres, as molas foram retrabalhadas pela Alonso Molas, ficando mais curtas, e os amortecedores são Fênix, com 50% a mais de dureza. Para parar com mais eficiência, os discos de freios, foram trocados por outros da Power Brakes, com pastilhas da mesma marca. Esses discos são frisados, refrigeram melhor e ainda ajudam as pastilhas a se manterem sempre limpinhas. Os dianteiros têm 285 mm e os traseiros 250mm. De resto, tudo na mais bela originalidade. No interior, só foram acrescentados manômetros, para monitorar a cavalaria, que são: hallmeter, manômetro de turbo e óleo da ODG e só! Nada de frescura.
O Haras
Você quer motor? Aqui tem de sobra! Vamos ver o que foi feito para quase triplicar o número de eqüÃnos do propulsor Fiat. A turbina original, a grande responsável pelo desempenho do carro frente à s versões normais, foi trocada por outra maior, para poder dar mais “pegada” em alta rotação, pois o carro foi feito para andar em estradas literalmente “comendo o asfalto”!
A injeção é do tipo seqüencial, ou seja, ela injeta o combustÃvel (álcool) só no cilindro que está fazendo a admissão, economisando comustÃvel, e não em todos de uma vez, como acontece nos sistemas mais antigos. Para “puxar” o combustÃvel, nada melhor do que a velha bomba do Gol Gti né? Mas, mesmo assim, ela foi trabalhada para que se pudesse oferecer o máximo de desempenho, com subcachê, que, com grosso modo, seria um cash tank, mais que tem um fucionamento diferente, pois em curvas acentuadas, quando o tanque fica inclinado, ele impende que entre ar ao invés de álcool no sistema, evitando assim possÃveis falhas na alimentação, ou seja, com ele, a bomba sempre tem combustÃvel e nunca tem ar. A pressão da linha do combustÃvel agora trabalha com 3bar iniciais e 5bar finais.
Cuidado, se não ele passa por cima
O módulo de ignição é original, mais foi retrabalhado para produzir mais faÃscas. Cabos de velas? O Marea não usa! Em compensação usa cinco bobinas e velas modelo NGK 9 V-Power, que garantem uma queima perfeita da mistura. O cabeçote foi retrabalhado pela Paula Faria, com ângulos suavisados e dutos polidos, enquando que o comando permanece original, já que ele vem mais “bravinho” de fábrica nessa versão turbinada. Sem contar com o avanço da polia, caracterÃstica dos motores 5 cilÃndros do Marea que, assim como o Gol Turbo, avançam alguns graus em altas rotações, aumentando o tempo de abertura das válvulas e melhorando o desempenho. Pura tecnologia.
Para aguentar a nova potência, os pistões tiveram que ser forjados. è claro que a montadora italiana melhorou a qualidade dos que vinham, equipados originalmente, mas eles poderiam não resistir a essa nova potência, então o preparador Gabriel achou melhor instalar os da Powertech, de 83,5 mm passando a cilindrada para 2.100cc e fazendo conjunto com as bielas da mesma empresa.
Música para os ouvidos
Agora, para passar a potência para as rodas o câmbio e o diferencial se mostraram suficientes, menos a embreagem, claro! Para sanar esse “probleminha”, foi instalado um conjunto de cerâmica da Displatô, com seis pastilhas e platô com 1300lb. Vocês não imaginam o que é esta máquina acelerando! O lindo ronco se dá graças ao cano de 2″ desde o coletor até o final, com apenas um único abafador. É muito lindo! Depois de tudo isso, que venham os “APzeiros” da vida, “zetequeiros” ou qualquer outro, porque com esse motor, poucos podem. Pode ter certeza!
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Fonte: 100% Veneno