O melhor sobre: 'Carros Chevrolet'

Chevrolet Agile tem os seus preços divulgados


O novo Chevrolet Agile já começou a ter os seus preços divulgados, aparecendo com a versão mais barata em torno de R$ 37. 700,00 que é a versão LT, que possui como itens de série: computador de bordo, direção hidráulica, pilotagem automática, e bancos reguláveis.

A versão LTZ chega custando em torno de R$ 39.600,00. E os itens que a completam são além dos itens de série da versão mais simples, rodas de liga leve de 15 polegadas, Mp3 player com bluetooth e entradas USB, faróis de neblina, travas e vidros elétricos, alarme, volante com regulagem de altura, banco traseiro rebatível e dianteiro com encosto do passageiro reclinável. E as duas versões possuem ar-condicionado de série.

O que faz falta nos itens é o pacote de segurança , composto de airbag e ABS, sendo adicionado ao veículo juntamente com vidros elétricos traseiros, ao valor de aproximadamente R$ 42.700,00.

O Chevrolet Agile traz em seu interior 27 porta-objetos e o seu porta-malas tem capacidade para 327 litros. Com motor econômico flex 1.4 e 102 cv de potência.

Chevrolet Opala Diplomata

Ponto alto da linha, o Diplomata foi exemplo de longevidade em grande estilo.

A linha Opala acaba de receber a mais radical reestilização de sua história, mas a cara nova não era suficiente na estratégia da Chevrolet para seu mais antigo carro de passeio. Aos faróis e lanternas retangulares se somou uma nova versão topo-de-linha. Havia de se reforçar o Status do Opala, depois de 11 anos. Era o diplomata, que suplantava o Comodoro na hierarquia do luxo da linha. Ai longo da década de 80, seu nome seria até mais forte que o do Opala, ícones dos anos 70. Sem a concorrência dos Dodge V8, que saíram de linha em 1981, nem do Galaxie e derivados a partir de 1983, ele se tornaria o único nacional de luxo a oferecer na época um motor que não fosse de quatro cilindros. Com o fim da versão esportiva SS em 1980, o Opala passou a ser regido pela sofisticação do Diplomata.

De série, trazia o ar-condicionado, direção hidráulica, rádio com toca-fitas, retrovisor do lado do passageiro, frisos de borrachas na laterais e pára-choques. Vinha nas versões cupê e sedã, 151-S de quatro cilindros, 2,4 litros e 98 cv (na nova versão a álcool; o gasolina tinha 90 cv), ou seis-cilindros, 4,1 litros e 148 cv, ou 250-S de 171 cv. O dono ainda podia pedir teto de vivil, pneus radiais, cãmbio automático (no lugar do manual de quatro marchas).
Foi um exemplar como esse que a revista QUATRO RODAS testou em maiso de 1980. Com motor 250-S, o sedã foi de 0 a 100 km/h em 13,02 segundos, mas a velocidade máxima foi de 161 km/h. Os elogios foram para a posição ao volante, a estabilidade e a maciez da suspenção, o isolamento acústico, acabamento e equipamentos como o ar-condicionado, lavador elétrico do pára-brisa e desembaçador traseiro. Mas o calor do escape, as frenagens de emergência acima de 100 km/h e os engates meio bruscos incomodaram.

Também é de 1980 o exemplar do administrador de empresas Sandro Moisés Maróstica, de Campinas (SP). Trata-se de um sedã com o motor 250-S. Maróstica é apaixonado por aquele ano-modelo do Opala, tanto que já teve outros Diplomata e um SS. “O Diplomata 1980 é um carro muito raro por ter o novo desenho quadrado e o painel antigo, o que só durou aquele ano, assim como o console com o mesmo revestimento de curvim dos bancos” diz.
A remodelação de 1985 deu ao Diplomata faróis de longo alcance junto aos já existentes, reduzindo o tamanho da grade, faixas laterais que davam prosseguimento aos pára-choques, maçanetas retangulares, e falsas saídas de ar nas colunas traseiras. Com o novo motor de seis cilindros a álcool, rendia 134 cv. No fim do ano chegava a Caravan Diplomata.
Para 1988, a grade trapezioidal diminuiu a área dos faróis de longo alcance e as lanternas eram unidas em uma única peça vermelha que camuflava o bocal do combustível. Como opcionais, havia volante com regulagem de sete posições, temporizador dos vidros elétricos, luz interna direcional, saída de ar-condicionado para o banco traseiro, alarme antifurto e aviso sonoro de faróis ligados e porta aberta em movimento. Aos 174 km/h, o sedã de seis cilindros ainda era o nacional mais veloz no teste de novembro de 1987. Logo ele disporia de uma câmbio automático ZF alemão de quatro velocidades, usado também por BMW e Jaguar.
Em 1990 o quatro-cilindros deixava de ser oferecida e o seis, então com 121 cv, ficava mais econômico, graças em parte ao segundo estágio a vácuo do carburador de corpo duplo. Para 1991, os pára-choques ficavam envolventes, o quebra-vento era eliminado e os retrovisores, embutidos. Os freios eram a disco nas quatro rodas, e a direção hidráulica, progressiva. No ano seguinte, a série especial Collectors prenunciava o tão adiado fim do Opala e derivados. Com o seu requinte e status, o Diplomata tornou possível que um dos carros nacionais mais típicos dos anos 60 e 70 resistisse até 1992, para só então abrir caminho para o Omega. Sua sobrevivência – em grande estilo – é caso a ser estudado em escolas de marketing.

Ficha técnica:
• MOTOR – dianteiro, longitudinal, 4 093 cm³, carburador de corpo duplo, gasolina
• DIÂMETRO E CURSO – 98,4 x 89,7 mm
• TAXA DE COMPRESSÃO – 7,5:1
• POTÊNCIA – 148 cv a 4 000 rpm
• TORQUE – 30,8 mkgf a 2 400 rpm
• CÂMBIO – automático de 3 marchas
• CARROCERIA – sedã, 4 portas
• DIMENSÕES – comprimento, 474 cm; largura, 177 cm; altura, 139 cm; entreeixos, 267 cm; peso, 1 308 kg
• RODAS E PNEUS – alumínio, aro de 14 x 6 polegadas; pneus radiais 175 SR 14

Fonte: Revista Quatro Rodas

Compra e Venda de Carros pela Internet

Compra e venda de automóveis pela internet tem suas vantagens, mas também esconde perigos. Saiba como evitar riscos e fazer um bom negócio.

Nunca foi tão fácil comprar e vender carro pela internet. A um simples clique você pode encontrar mais ofertas que em qualquer edição dominical de jornal. E tudo isso sem sair de casa. Mas tamanha facilidade tem seus perigos: os golpes aplicados via web.

Segundo logistas e sites de compra a venda, uma das formas mais utilizadas para enganar quem proucura um usado é o golpe das fotos falsas. “Fui ver um Peugeot 306 S16. Nas fotos ele estava lindo e, por telefone, o vendedor da loja falou que estava quese zero-quilômetro. Mas ao vivo estava no poir estado possível, com pára-brisa trincado, bobina de outro veículo e problemas de lataria”, diz o fotógrafo Bruno Guerreiro, de Santo André (SP).
Outra artimanha usada é a do depósito antecipado. Em alguns casos, a empresa fantasma cadastra-se no site se passando por uma loja já existente, às vezes até renomada no mercado. O interessado negocia por telefone e repassa um sinal para segurar o veículo que, segundo o suposto vendedor, está em oferta. Quando chega à loja, descobre que caiu no golpe e que o tal carro nunca existiu.

A série de truques não termina por aí. Segundo o site WebMotor, também são comuns pessoas que se passam por funcionárias ou intermediárias de montadoras, oferecendo automóveis novos a preços tentadores. “As fábricas não autorizam, em nenhuma circunstância, seus funcionários a comercializarem veículos”, diz Luis Felipe Figueiredo, editor do WebMotors. “Uma vez ligaram da GM dizendo que tinha ido lá um rapaz retirar um carro que havia comprado. Ele estava até com uma nota fiscal falsa na mão. Era mais uma vítima”.

Precinho camarada Uma dica importante para não cair nesses golpes é sempre desconfiar de valores abaixo do mercado, tanto para veículos novos como para usados. Faça antes uma consulta no site para saber qual é o preço médio do modelo que você proucura. Se estiver muito baixo, desconfie.
Para evitar esses problemas, a única opção é a boa e velha consulta ao vivo para esclarecer dúvidas. “O certo mesmo é sempre vender à vista, olhar o carro e negociar pessoalmente. Dessa forma evitam-se dores de cabeça”, diz Tales Filho, de Sorocaba (SP), que já vendeu quatro carros de sua família, sem ter qualquer experiência no ramo.
As velhas dicas, da época dos nossos avós, continuam mais válidas do que nunca em tempos de comércio virtual. Antes da compra, faça a análise da situação do automóvel desejado junto ao site do Detran, marque os encontros em locais movimentados como shoppings e supermercados e, em caso de venda, só entregue as chaves após constatar que o dinheiro está na sua conta.
Apesar dos riscos, quem negocia pela web se diz muito satisfeito. “Na internet geralmente você possui uma leitura mais dinâmica, com todas as descrições do carro. Além disso, pode ver diversas fotos dele, diferentemente do jornal”, aforma Rodrigo Soares de Barros, de São Paulo, que já comprou um automóvel via site e aprovou a experiência.

Descrição detalhada Os negociantes virtuais recomendam em caso de venda que se especifiquem no anúncio todos os detalhes positivos do veículo, principalemente se seu carro estiver em bom estado. Coloque as fotos de dianteira e traseira, mostrando que não há riscos e amassados na lataria. Detalhes como o manual original com todas as revisões anotadas fazem toda a diferença para quem está pesquisando dezenas de modelos iguais. Fotos os interior e do motor também ajudam.
O comerciante Adriano Alves da Costa, de Natal (RN), diz que sempre fez bons negócios pela internet. “É possível encontrar preços menores, pesquisando em diversas cidades. Nesse caso, há diferenãs significativas. Às vezes dá até para sair de sua cidade para ir comprar um veículo que está distante”. Em geral, quem vendeu pela web vira fã. “Já negociei quantro carros pela internet – dois meus e dois de minha mãe – e nunca tive problemas”, afirma Denis Roberto Coppa, de São Paulo.
Os amantes de modelos raros ou antigos também dizem que preferem utilizar a internet. “Uma vez vendi um Opala SS 78 todo original. O interessado era de outro estado, e não tinha como ver o carro pessoalmente. Após análise de fotos, características e histórico do veículo, ele pediu para um amigo olhar o carro. E ficou com ele”, diz Arthur Valente, de Recife (PE). O mesmo aconteceu com Guilherme Vieira, de São Carlos (SP). “Anunciei um Fusca 1968 e, poucos dias depois, um rapaz veio de São Paulo sem nem ver o carro direito, comprou na hora e já voltou rodando”.

BOM PARA QUEM VENDE
. vários sites oferecem anúncios grátis por tempo limitado
. o anúncio fica no ar por muito mais tempo em relação ao jornal, dependendo do plano escolhido
. é possível disponibilizar até quatro fotos, mostrando mais detalhes do carro
. diferente do jornal, é possível escrever mais sobre o veículo, evitando generalizações ou deixando informações importantes de fora
. também atraí pessoas de outras cidades ou estados
. alguns sites oferecem a possibilidade de envio de mensagens escritas por celulares

BOM PARA QUEM COMPRA
. os preços em geral são menores, pois os anúncios trazem preço e isso cria uma concorrência. Alguns sites permitem fazer uma seleção das ofertas pelo preço
. pode-se tirar dúvidas com o anunciante ou pedir fotos específicas pelo e-mail, antes de precisar telefonar
. a pesquisa pode ser feita por faixa de preço, ano, modelo e até mesmo por características específicas, como equipamentos ou cores
. com a facilidade de interação na grande rede, o internauta pode comprar anúncios, checar tabelas de preços e ler comparativos ou testes a respeito do veículo

Fonte: Revista Quatro Rodas

ASTRA X CORSA

“Boa tarde, a gente queria fotografar o Astra Advantage no pacote básico…” “Desculpa, mas não existe Advantage básico”, respondeu, irônica e orgulhosa, a vendedora da concessionária. É verdade: ar-condicionado, rodas de liga leve, direção hidráulica, vidros, travas e retrovisores elétricos… Vem tudo no tal pacote básico, que acaba equivalendo ao do Corsa na versão mais cara. E o Astra tem requintes da época em que a Chevrolet quis torná-lo sucessor do Vectra: faróis de bloco elíptico (melhores que o de superfície complexa do Corsa) e retrovisores com lente azulada, capricho digno de BMW.

O Astra tem ajustes de altura e distancia no volante, e o banco tem regulagem de altura como deve ser, com alavanca e catraca. O volante do Corsa Premium, é fixo e ajuste de altura do assento é como o do 206 SW: levante o corpo, destrave o banco, escolha a altura, trave o banco, relaxe o corpo. Mas a cabine do Corsa traz cisnto de três pontos par oas cinco passageiros e desenho mais moderno – embora falte o painel acolchoado do irmão maior. O Astra t~em econômetro, luz que indica a hora de trocar a marcha. Item bem-vindo num carro que, segundo a Chevrolet, anda 1 quilômetro a menos que o Corsa a cada litro de combustível.

Das duplas reunidas, esta é a ínica a ter motores diferentes: 2.0 Família II no Astra, 1.8 Família I no Corsa. O irmão maior é mais rápido e suave, o problema é seu “custo de vida”: o pacote de peças é 41% mais caro e o índice de reparabilidade, muito maior. Não é de se estranhar que o seguro custe mais que o dobro. O índice de reparabilidade mostra que o Astra é defasado. O novo não deve matar a versão Advantage, mas é um golpe em sua imagem.
O Corsa é um pequeno espaçoso e, se a idéia for quatro adultos de vez em quando, não haverá problema. Para famílias, o Astra é a pedida. Seu porta-mals é 42% mais generoso, e isso é decisivo para quem precisa levar bagagem ou carrinho de bebê.

 

ASTRA 2.0 ADVANTAGE 4P

Dinheiro
Preço da tabela - 46 811 reais
Preço real - 44 000 reais
Pacote de peças* - 2 394 reais
Índice de reparabilidade – 31
Seguro - 3 448 reais

Desempenho
Consumo cidade (km/l)(A/G) – 7,2/10,0
Consumo estrada (km/L)(A/G) – 10,8/15,7
0 a 100 km/h (s) (A/G) – 9,1/9,8

Equipamentos
Ar-condicionado/direção hidráulica
Rodas de liga leve
CD player (490 reais)
Vidros/travas/espelhos
Airbag (1 800 reais)

 

CORSA 1.8 PREMIUM  

Dinheiro
Preço da tabela – 46 180 reais
Preço real - 41 000 reais
Pacote de peças* - 1 692 reais
Índice de reparabilidade – 17
Seguro - 1 598 reais

Desempenho
Consumo cidade (km/l)(A/G) – 8,1/11,6
Consumo estrada (km/L)(A/G) – 12,0/17,4
0 a 100 km/h (s) (A/G) – 10,4/10,1

Equipamentos
Ar-condicionado/direção hidráulica
Rodas de liga leve (1 692 reais)
CD player (490 reais¹)
Vidros/travas/espelhos
Airbag/ABS – 6 233 reais¹

 

*pacote de peças – farol dianteiro direito, pára-lama dianteiro direito, pára-choque dianteiro, par de pastilhas de freio dianteiras, par de amortecedores. 

Fonte: Revista Quatro Rodas

Pérola Negra

Você é fã de Chevette? Aqui temos uma versão “hatch”, que por sua vez é raríssima. Você poderá encontrar uma gangrenada no ferro velho mais próximo de sua casa, mas nós trazemos uma impecável para você. É claro que isso não basta, por isso, o dono deixou o brinquedo do jeito que o povo gosta: clássico por fora, entretanto com uns cavalinhos a mais!

 

De peão a patrão
Muitos apaixonados por carro perdem o final de semana inteiro se sujando de graça, limpando, encerando ou consertando seus xodós. Jovens ou mais velhos, não importa a idade, quando eles olham para aquela caixa metálica, fazem loucuras, ou não, pois as vezes, além de “hobbie”, pode ser o próprio ganha pão.
Por que não unir o útil ao agradável? Foi o que fez o restaurador de “carangas” antigas, Renato De Seta Vaz, de 43 anos. Há 23 anos ele tem uma oficina de restauração, a “Setacar”, e como nenhuma criança gosta que lhe tirem o doce, é claro que não poderia deixar de ter a sua máquina, cujo rejuvenescimento da “velhinha”, ele mesmo fez.
Quando jovem, ele teve um grande parceiro, que foi um Chevette L. hatch, o qual simbolizou todo o espírito de velocidade, já que Renato participava até de disputas de racha. Anos mais tarde, já maduro, o destino colocaria os dois frente a frente mais uma vez, não era o mesmo “carango”, esse era “SL”.
A raridade foi encontrada a partir de um amigo de seu irmão, que utilizada o “brinquedo” para carregar máquinas “caça-níqueis”. A partir daí, de peão o “Chevettinho” virou patrão, fato que se deve ao belíssimo trabalho realizado no GM. “Foram dois anos de preparação, e o carrinho de assoalho podre tomou jeito”, diz Renato. Realmente ele se destaca por ser único!

 

Que me desculpem os feios, mais beleza é fundamental!
A aparência deixa a entender que acabou de sair da loja, zero quilômetro, como um dia foi. Até o cofre do motor (e o próprio motor) ganhou atenção especial.
Esse Chevette passou por uma extensa restauração para chegar a esse estado. O destaque fica para as rodas originais aro 13 com sobrearos, uma mania dos anos 70 e que reviveu neste belo Chevette, somados aos pneus Pirelli 175/70 R13. a suspensão foi levemente rebaixada, graças ao filho do proprietário, Maurício. “A minha idéia era deixar a suspnsão um pouco mais alta na frente, porém, a vontade do meu ilho falou mais alto”, diz Renato. Na frente as molas perderam 1,5 elo e atrás 1 elo, e os amortecedores não foram mexidos. Quanto aos freios, permanecem originais, e se mostram suficientes. Ficamso na dúvida para julgar se por fora está mais bonito ou por dentro. É muito dificil saber! De fato, não foi esquecida uma só parte do carro, o que mostra que o dono realmente está no ramo certo. Dando aquela pegada, o volante esportivo é bastante semelhante aos usados na década de 70 pelos então “boyzinhos”, que atualmente devem ser “tiosinhos”.
No painel, que veio do Chevette GP (que incluía contra-giros), está instalado no centro, no lugar do relógio, um vacuômetro. Esse instrumento, quase ninguém instala, sendo muito dificil ver um por aí, e sua função é medir a depressão do ar na entrada do coletor de admissão. Serve para monitorar o consumo de combustível: quanto mais vácuo, mais economia.
Mais à direita, perto do câmbio com manopla cromada, existe um console com mais três instrumentos: nível do tanque, termômetro da água e namômetro do óleo, todos da clássico VDO.

 

Coração Aspiradinho
O “coração” original do Chevette era 1.4, mas na hora da reforma, renato trocou por um 1.6, um pouco mais forte e “torcudo”.
O cabeçote veio da versão a álcool, mas não é o do 1.6/S, como você pode estar pensando. Mesmo assim, como era usado nos Chevettes a álcool, ganhou-se um pouco mais de taxa que o modelo a gasolina, estando com aproximadamente 9,0:1, o que obriga o uso de gasolina Podium. O comando utilizado para ganhar um pouco mais de performace é de 276º de Indeco. Pistões e bielas são originais da versão 1.6.
Na parte da alimentação, está instalado o carburador Solex H34 com giclês aumentados para 23mm no primeiro estágio e 24mm no segundo. O coletor de escape  é do tipo 4×1 e o de admissão é original, sem retrabalho algum. Outras partes do motor como bomba de óleo, combustível, bobina de ignição etc, todas são originais.
Um detalhe que auxilia na performace é o diferencial que ainda é o do Chevette 1.4, que aliado ao motor 1.6 levemente aspirado consegue uma agilidade maior que o do modelo original, mas ficando as marchas um pouco “curtas” e o motor sempre girando mais alto. A embreagem é a do Chevette 1.6!
É bom salientar que este motor poderia render mais alguns cavalos se fosse usado álcool como combustível, mais taxa, um retrabalho mais profundo no cabeçote e carburação, mas só com isso o proprietário diz que já dá pra “brincar” bastante, inclusive arrancar junto com o Citroën C3, mas perdendo obviamente em final, como já aconteceu, segundo Renato.
Quisemos mostrar que mesmo um motor mais antigo com algumas “afinações” especiais pode ganhar alguma potência e brincar com os modelos mais novos e mais potentes, chegando aos 100km/h em aproximadamente 11 segundos.

Ficha Técnica                                               
Carro:
Chevette Hatch SL
Ano: 1980/80
Proprietário: Renato de Seta Vaz
Preparador: Idem
Desempenho: 0 a 100 km/h: 11s

 

Fonte: Revista 100% Veneno

Corsa Classic

CORSA CLASSIC: devido ao ótimo custo-benefício, o Corsa Classíc é um dos mais vendidos no país. Agora com motor flex, ficou ainda mais atraente. Começa nos R$ 25.400,00.

corsa classic

Celta 2008

CELTA: por R$ 25.500,00 na versão básica, o celta 1.0, com 70 cv, bem mais jovem do que na versão anterior é o mais bonito da categoria nessa faixa de preço. Alem disso, é o mais equipado da categoria se tratando de carro básico.

Celta

STRADA ADVENTURE 1.8 FLEX: o modelo básico custa R$ 43.550,00. Tem um ótimo espaço na cabine estendida e junto com a Montana, são as mais bonitas da categoria. A completa custa R$ 52.500,00, mas quem compra nao se decepciona.

Strata

S10 ADVANTAGE FLEX

A Chevrolet com certeza acertou mais uma vez. Lançou a S10 Flex.

Líder a mais de 11 anos a Chevrolet S10 agora também é flex.

S10

A versão Advantage, antes oferecida com motor a gasolina, agora trará o quatro-cilindros de 2,4 litros de cilindrada com a habilidade de consumir gasolina ou álcool em qualquer proporção.

A S10 advantage continua sendo fabricada somente na versão cabine dupla 4×2.

O motor é o mesmo, porém agora o carro tem mais cavalos, de 128 cv a 4.800 rpm para 141 cv a 5.200 rpm com 100% de gasolina e 147 cv com álcool.

Com isso o desempenho da S10 melhorou. Com 100% de gasolina no tanque, a nova S10 faz de 0 a 100 em 12,8 segundos, ou seja, 0,3 segundos mais rápida. Já com álcool a S10 chega a fazer 11,1 segundos.

S10

Uma outra noticia boa é o consumo  que graças à taxa de compressão mais altaagora a S10 faz cerca de 9,1 km/l na cidade e 11,7 km/l na estrada (antes, 7,5 km/l na cidade e 10,4 km/l na estrada). Já com o álcool a S10 faz 6,4 km/l e 8,1 km/l, cidade e estrada, na ordem.

Com a intenção de continuar sendo a picape cabine dupla mais barata da categoria, a Chevrolet não mexeu no acabamento nem no interior do carro.

E com isso, veio a melhor notícia. A S10 advantage flex continua custando por volta dos R$ 53.600,00 para a Advantage básica, que traz ar-condicionado, direção hidráulica, rodas 15 pol, coluna da direção regulável em altura e vidro da janela traseira corrediço, entre outros itens. E chega a R$ 60.000,00, adicionados alarme, trio elétrico, rodas 16 pol, console central entre os bancos dianteiros (individuais nessa opção) e acabamento mais moderno.

ASTRA ELEGANCE 2008

A Chevrolet lançou este ano o Astra é 2008. Quem esperava um novo design, se decepcionou.

O Astra e o mesmo. Nao mudou nada!

A série especial do Astra Advantage continua sendo vendido.

A expectativa de mudança do Astra e so pro ano que vem.

A Chevrolet tirou do mercado, o Astra duas portas das versões Advantage e a Comfort, sendo agora oferecido o modelo em três versões, Advantage e Elegance, nas configurações hatchback de quatro portas e sedã, e o SS (Super Sport), exclusiva na configuração hatchback de quatro portas.

O Astra Elite hatchback de quatro portas também saiu do mercado.

O Astra continua equipado com o motor 2.0 litros Flexxpower, com 128 cv no álcool e 121 cv com gasolina.

Com o álcool, o Astra faz de 0 a 100 quilômetros horários no tempo de 9s1. Ja com gasolina o Astra faz de 0 a 100 em 11 segundos.

Por dentro o carro e o mesmo.

Agora, so nos resta esperar o novo design que so vem o ano que vem! 

NOVO CELTA

A Chevrolet mudou o Celta, e o Brasil aprovou!

Novo Celta frente

Por fora e o novo Celta ficou bem mais bonito e “envocado”, deixando pra traz aquela imagem de que o Celta era carro pra mulher.

Novo Celta traseira

O novo modelo do Celta novamente nasceu do seguimento do Vectra, e por isso ainda é chamado de “filhote do Vectra”.

Por dentro o novo Celta agora possui um painel bem mais bonito, e que por sinal, deu um banho de beleza, no painel de seus concorrentesl.

Novo Celta Painel

O motor do novo Celta não mudou. Na versão mais simples, a Life, continua sendo o mesmo 1,0 – litro FlexPower e mais completo continua o modelo Super, 1,4-litro.

Os preços do novo Celta continuam ótimos. A versão básica custa cerca de R$ 24.000,00 e a mais completa chega nos R$ 35.000,00.

O novo Celta ainda tem outra vantagem sobre seus concorrentes, é super econômico.

Novo TRACKER 4×4 da Chevrolet

Fabricado no Complexo Industrial Automotivo da GM Argentina, o Tracker é um projeto da Suzuki em parceria com a General Motors.

A Tracker 4×4 da Chevrolet chegou ao Brasil para concorrer diretamente com a Pajero TR4 e com a EcoSport da Ford.

Nova Tracker

Novo Tracker

No entanto a Tracker se destaca pelo seu custo benefício.

A General Motors traz como novidade O TRACKER o motor a gasolina de 128 cavalos e como principal atrativo o preço de R$ 59 mil.

Comparado com seu modelo anterior, verifica-se que exceto as lanternas que ficaram mais bonitas e o rack estilizado no teto, externamente o Tracker da GM não mudou quase nada.

Novo Tracker

Já o novo motor 2.0, 16 válvulas com 128 cv é bem superior que o antigo propulsor turbodiesel 2.0 litros de 110 cv. Segundo a Chevrolet, de 0 a 100 Km/h, o novo Tracker leva 11,9 segundos e pode atingir uma velocidade máxima de 168 km/h.

Nova Tracker

Quem compra um carro pensado em se divertir nas “piores” trilhas, não vai se aborrecer ao pilotar num Tracker, pois sua carroceria, e o conjunto mecânico é montado sobre chassi, que é menos propenso às torções do que as carrocerias monobloco.

O acionamento da tração 4×4 do Tracker é meânico, feito através de uma segunda alavanca, ao contrário de sua principal concorrente, a EcoEsporte, que é acionada eletronicamente.

As suspensões, independentes do tipo McPherson na dianteira, e com eixo rígido e molas helicoidais na traseira, evidenciam a performance que o Tracker demonstrou durante uma avaliação, tanto na terra, quanto em uma na sinuosa pista asfaltada.

Apesar de medir 1,74 metro de altura, o Tracker não descepciona nas curvas pois possui suspensões firmes que provocam boa aderência e poiuca inclinação lateral da carroceria.

Por dentro, o Jipinho da GM também se garante, pois oferece conforto para o motorista e amplo espaço para os caronas. O painel é simples, porém bonito. A única e perdoável falha da GM foi colocar uma direção muito fina para um carro tão robusto.

Nova Tracker

Quem procura um off-road não vai se arrepender de levar o Tracker da GM. É indiscutívelmente a melhor opção!

MONTANA 2008 1.4 – Expectativa no aumento das vendas

Desde que foi lançada, em 2003, a Montana nunca conseguiu equilibrar, beleza, motor e mercado.

Embora seja considerada a picape mais arrojada da categoria, a Montana sempre deixou a desejar em suas vendas.

Montana 1.4 - frente

Apesar de ter um belo motor 1.8, seu custo benefício não agradou muito o consumidor.

Agora a GM lançará a Montana 1.4, com esperanças de aumentar suas venda.

Montana 1.4 - motor

Estima-se que a Montana Conqueste vai baixar dos atuais R$ 33.980,00 para cerca de R$ 30.900,00 na linha 2.008, só por conta da troca do motor 1.8 pelo 1.4.

A GM continuará fabricando a Montana 1.8, mas apenas na versão esporte.

VECTRA GT

A GM pretende lançar em setembro seu novo carro, o Vectra Hatch.

A receita é européia, pois quem olha o Astra europeu e olha para o Vectra Hatch, quase não ve diferença.

A frente é identica a do Vectra, já a traseira é muito parecida com a do Astra europeu.

Vectra GT

Enquanto o seu irmão sedã usa os entreixos da Zafira, o novo modelo da Genaral Motors usa o entreixos dos Astras Hatch e Sedã, de 2,61 metros. É a mesma distância do modelo europeu.

O fato do carro perder espaço no banco de traz, mostra que Vectra GT, foi planejado para quem tem dinheiro e não tem família.

A GM preferiu o nome Vectra GT, no lugar de Vectra Hatch, pensando em trazer bons ares à linha Vectra.

O preço não é encantador, pois começará acima dos R$ 55.000,00 pedidos pelo Vectra Expression (modelo básico da linha). A expectativa é de pelo menos uns R$ 57.000,00.

Agora é só aguardar Setembro para analisar de perto o Vectra GT.

PRISMA Chevrolet – Celta Sedan

Foto Chevrolet PrismaO carro Prisma fabricado pela Chevrolet na minha opinião é um carro muito bonito. Embora ele seja o Celta Sedan, possui nome denominado de Prisma.

O que ficou estranho foi o painel que particularmente não gosto muito, por ser identico ao painel do Celta.

Já que a chevrolet teve o trabalho de desenhar uma lataria personalizada para o mesmo chassi do celta, porque não reestilizaram o painel?