O melhor sobre: 'CARROS'
Todos os dias na televisão as ofertas de carro zero apresentam descontos, redução de valor de IPI, e etc. A grande concorrência que existe no mercado automobilístico em nosso país faz com que algumas montadoras anunciem preços reduzidos para os carro zero, e em alguns casos, o preço continua o mesmo, mas mais equipamentos são acrescentados ao modelo.
Porém, a mídia pode dar uma impressão errada a respeito do que realmente acontece no mercado. Os preços podem estar em quada, mas é uma redução limitada e estratégica com o intuito de provocar estímulo de compra.
Com base em dados levantados pela Agência Autoinforme, percebe-se que o mês de setembro, por exemplo, apresentou uma queda de 0,26 %, e o acúmulo de preços do ano, estão 2,5% mais baixos. E esse desconto não é tão significativo ao consumidor, apesar de ser uma tendência importante na baixa dos preços.
O mercado está crescendo e continua animado e isso deve estar ocorrendo devido a fatores como a redução dos juros e facilidade de crédito, e não apenas a queda dos preços.
Vale lembrar que alguns carros apresentaram uma queda muito maior do que os 2,5% generalizado. Como por exemplo o BMW x3(11,4%), o Honda City LX(7,5%) e o Nissan Livina(5,1%). Por outro lado, alguns carros até aumentaram o preço.
Essa desvalorização foi muito significativa para o mercado, mas agora com o retorno dos impostos, iremos tirar a prova se será isso uma influência no comportamento dos preços.
Fonte: Web Motors
Publicado em: 28/10/2009 9:35 AM
Nem sempre comprar um carro com design estranho, com dificuldade em se encontrar peças, problemas em manutenção por um preço atraente pode ser a melhor opção para quem está procurando um baratinho, muitas vezes sem pensar na liquidez que o automóvel tem, os preços muito atraentes acabam iludindo as pessoas e na hora de vender o problema está armado.
Os proprietários de lojas de carros usados também não se mostram interessados em comprar um carro com estas características e pagam muitas vezes a metade do preço e enchem o carro de defeitos. Mas na hora de vender o carro, os mesmos argumentos para comprar o auto pela metade do preço são usados como as vantagens para vendê-lo.
Às vezes também, nem sempre o que é feio, sem liquidez e com problemas para uns é para outros, o melhor é seguir a própria opinião e analisar o que melhor servirá a pessoa e na verdade o que estamos falando é de sua aceitação no mercado e não de achismos a parte.
Vamos a lista:
- Toyota Corolla 98 – talvez seja esse um dos piores no quesito beleza, ele foi considerado um dos carros mais feios dos anos 90. O carro é excelente, é um sedã completo e o Corolla tem fama de inquebrável, sendo um carro muito durável também. Os antecessores e sucessores do Corolla 98 têm boa liquidez e são bonitos, mas custam um pouco mais, o Corolla 98 tem preço por volta de 12 ou 13 mil.
- Ford Ecosport 1.0 – um utilitário esportivo desse tamanho com motor 1.0? Enlouqueceram de vez! Com o motor fraco a produção é bem pequena, mas tente vendê-la e diga que o motor é 1.0 pra ver o que acontecerá, o motor é superchager que vai para 95 cavalos, mas… Tudo bem é um carro bonito, novo, mas para vender… Apesar de ser tabelado uma 2003 por 26 mil encontra-se até por 18.000.
- Mercedez Benz Classe A – é um bom carro com todos os equipamentos normais de conforto e mais airbags e freios ABS, é até chamado de carro de luxo, porém o lado ruim é a queima da bomba da direção hidráulica. É vendido por 17 ou 16 mil.
- Hyundai Accent 96 – é um carro bastante frágil e suas cores são as mais arregaladas possíveis, até em rosa fabricaram. O motor é de 1.5 e tem bons equipamentos de serie é vendido no mercado por 7 mil ou menos, mas está tabelado para 10.000.
- Daewoo Espero – Foi feito na mesma plataforma do primeiro Vectra, como o mesmo câmbio e suspensão, ele é até bonitinho, mas com pouco mais se compra um Vectra, um Santana ou Monza que são bem melhores. Exemplares de 97 se encontra por até 7.000 reais.
- Volkswagem Polo 1.0 – outro erro de motor em um carro grande, os motores 1.0 são optados na maioria das vezes é por economia de combustível e são bem pelados quanto a equipamentos de serie e opcional. O pior foi a diferença de preço que na época do lançamento ele custava somente 600 reais menos do que o 1.6. Hoje ele está tabelado com 24.000 mas se encontra até por 16.000, 17.000.
- Fiat Marea – o principal problema do Marea é que para se trocar uma corrente dentada é necessário tirar o motor, no entanto muito é visto falar que o Marea funde facilmente o motor, sendo que isto só ocorre quando o óleo usado não é o correto e a manutenção tem de ser feita a risca as instruções do fabricante. Ele é tabelado com 20.000 e pode ser encontrado por até 13.000.
- Chevrolet Suprema – o preço de tabela desse carro é 17.000 mas pode ser encontrado por até 12.000, o pior defeito desse carro, é se parecer com funerária, e é usado muitas vezes como uma.
- Ford Fiesta – quem compra um Fiesta 98, compra um Corsa ou Gol 98, além do apelido de chorão que ele ganhou, ele foi ficando para trás em vista aos outros carros da época. Seu preço de tabela é 10.000, mas pode-se encontrar por até 6.900.
- Citroën Xantia – é bem equipado, mas não é muito preparado para as estradas brasileiras, seus componentes são mais sofisticados e por ser mais antigo fica difícil de se encontrar, deixando-o desvalorizado. Unidades de 97 e motor 2.0 podem ser encontradas por até 7.000.
Fonte: Notícias Automotivas
Publicado em: 16/07/2009 7:23 AM
Novo Fiat Uno, Gol e Tato Nano correm para disputar o primeiro lugar entre os mais baratos. Nos próximos meses outras marcas de carro irão disputar por lançamentos de modelos populares aqui no Brasil. A chamada geração dos baratos parece ter contagiado todo o mundo, principalmente quando se leva em consideração que a redução do IPI aqui no Brasil termina este mês, o que fará os preços dos automóveis subir.
Depois que a GM anunciou um modelo mais barato do que o celta, marcas diversas resolveram investir em novos modelos e versões menos caras para atrair consumidores.
A Fiat faz testes para o novo Uno, no qual terá plataforma compartilhada com o modelo Panda italiano, ele terá um custo baixo e um espaço interno maior e atende às regras em relação a airbags e abs.
A Volkswagen ao contrário de outras marcas, está reformulando o Gol G4, ele poderá custar o mesmo preço de um Mille Economy, somando mais uma reforma ao carro desta geração.
Até o Tato Nano, o carro mais barato do mundo, do grupo franco-nipônico deve chegar ao Brasil este ano. A Renaut-Nissan pretende criar um modelo mais barato que a o Clio Campus, será um modelo hatch de preço mais acessível e de baixo custo. A Nissan também ja manifestou um desejo de ter lançamento de um carro popular.
No segmento de entrada das marcas chinesas somente o Effa M100 está entre os mais baratos , porém suas vendas estão sendo muito baixas. Já a Chery pretende fazer um modelo que siga essas características, nada é certo ainda, mas talvez possa ser o Chery QQ ou o Riich M1(Chery Faira).
No entanto em meio a essa grande concorrência marcas como a Ford, que nada disse a respeito de um auto mais barato do que o seu ford ka, assim como as coreanas Kia e Hyundai também devem continuar com seus modelos tradicionais e mais caros. A Peugeot e a Citroën não se manifestaram também em relação a terem pretensões de se criar modelos de custos mais baixos, apesar da Peugeot ter feito um ensaio de um 206 mais popular.
Fonte: Notícias Automotivas
Publicado em: 11/07/2009 1:09 AM
Depois de gás natural, etanol, eletricidade e hidrogênio, agora é a vez de a luz solar funcionar como alternativa energética para automóveis. A última novidade nessa área é a utilização das células fotovoltaicas no teto dos veículos.Assim como os painéis de aquecimento hoje instalados no telhado dc muitas casas, elas servirão para absorver a luz do sol e transformá-la em energia. Modelos como o esportivo híbrido Fisker Karma e o compacto Aptera Typ-1, por exemplo, vão usar o sistema para ajudar no funcionamento da climatização interna.
Destaque no Salão de Detroit, cm janeiro, o Karma terá o novo “teto solar” como opcional. Ele servirá tanto para ajudar na recarga da bateria elétrica do automóvel como para regular a temperatura da cabine. Por enquanto a empresa não quer divulgar mais detalhes sobre o funcionamento do sistema. Não se sabe, portanto, qual será a quantidade de energia fornecida por esse teto. Hoje, a eficiência dessas células ainda ébaixa: elas transformam apenas 28% da luz que recebem em energia elétrica. Além disso, a radiação solar também varia dependendo da região do planeta, produzindo mais ou menos eletricidade.
O Fisker Karma vai custar 80000 dólares e será lançado em uma edição limitada de 99 veículos no último trimestre de 2009. Ele poderia acelerar de O a 100 km/h em 6 segundos e atingir 200 kmlh. Andando apenas com seu motor elétrico ligado, teria autonomia para rodar até 80 quilômetros.
Outro modelo que também aposta no painel solar no teto é o ApteraTyp-1, da companhia Aptera Motors, que tem lançamento previsto para o fim do ano nos Estados Unidos. Modelo de dois lugares que mais parece um triciclo com carenagem, ele deve custar menos de 30000 dólares. Nesse caso, o sistema servirá igualmente para controlar a climatização interna. A empresa também se recusou a mdivulgar detalhes do seu funcionamento.
Agora só resta esperar essa tecnologia chegar ao mercado americano para descobrir se o novo “teto solar” será mesmo uma nova solução eficaz de energia limpa e barata.
Fonte: Revista Quatro Rodas
Publicado em: 01/07/2008 9:09 AM
Danica – Disputada pela F-1
Bastou que Danica Patrick se tornasse a primeira mulher a vencer um GP (no caso, na F-Indy) para despertar as atenções da Fórmula 1. Logo depois de a moça conquistar a prova de Motegi, cresceram os boatos sobre um teste na F-1. A Honda foi a primeira a se oferecer. A Renault veio logo em seguida. A simples especulação já deu início a uma nova polêmica. Para o ex-piloto Hans-Joachim Stuck, Danica tem todas as condições de brilhar. “Ela é boa o suficiente para a F-1 e pode tornar a categoria popular nos Estados Unidos.” o tricampeão Nelson Piquet pensa de outra forma. “Aquilo lá (Indy) é só virar o volante para um lado. Na F-1, esquece”, disse o brasileiro. Para aceitar o convite, Danica impõe apenas uma condição. “É preciso que seja um teste de verdade, não algo promocional.” Em 2005, ela foi convidada a fazer voltas de exibição antes da prova de lndianápolis. Negou imediatamente. “Eles queriam que eu fosse lá dar show. Seria constrangedor.”
Fonte: Revista Quatro Rodas
Publicado em: 26/06/2008 8:26 AM
O seguro de carro deve estar nas prioridades orçamentária para quem deseja ter um carro, veja porque:
- Carro é um patrimônio. Um patrimônio que desvaloriza, porém de muito valor, porque te oferece conforto, momentos agradáveis, boas viagens, se for prudente claro;
- Na compra de um carro você perde muito dinheiro e perderá mais ainda se houver um roubo ou perda total.
O custo com o seguro do seu carro é relativamente pequeno se comparado aos dias de muito trabalho e suor que teve para adquirí-lo. Pense nisso !!! Pensou em carro, pense no seguro
Se não tem dinheiro para o seguro do carro, então, seja inteligente e não compre o carro agora. Junte dinheiro para o seguro. Faça um planejamento. Vá a uma corretora de seguros e peça ao seu corretor orçar o preço do SEGURO QUE CUBRA TODOS OS SINISTROS (colisão, inclusive contra terceiro, roubo, furto, incêncio, alagamento e danos corporais, caso você venha atropelar alguém.
- As seguradoras das quais tive a triste oportunidade em usufruir o seguro, porém muito bem atendido e socorrido, cito elas: Porto Seguro (usei a assistência 24 horas, a cobertura de guincho, colisão e taxi para buscar o carro) e HDI (usei somente a cobertura de guincho).
- A Liberty (meu pai usou a cobertura de colisão e não gostou nem um pouco.).
- O Bradesco Seguros, meus amigos adoram.
A vantagem da Porto Seguros e do Bradesco Seguros é que ambas trocam tudo que for necessário do carro. Já outras tem o hábito de aproveitar a peça danificada. Isso é muito ruim.
Dependendo do momento, sempre haverá uma seguradora que está melhor e mais barata que outras, por isso é importante pesquisar. Ex: fui renovar o seguro do meu carro com a Porto e fiquei surpreso com o aumento, e naquele momento fiz com a Bradesco.
Cuidado para não cair na lábio de corretores de seguro que gostam de vender planos frajutos. Contrate um corretor que tenha preferencia em vender cobertura total ao seu veículo. Tenho um colega que fechou contrato com uma Seguradora da qual um dos planos não oferecia cobertura de roubo fora de estacionamento. Que seguro é esse ????? Que burrice !!!! Sempre haverá momentos onde não encontrará vaga em estacionamentos. Pessoal, essa economia não é nada inteligente e sim burra, lembrem-se, o barato sai caro!
Eu venho prestando atenção nas pessoas que conseguiram comprar seu carro e esqueceram ou não quizeram colocá-lo no seguro. Conhecem aquele ditado que diz: Alegria de pobre dura pouco! Tanta alegria poderá ocasionar da popreza a miséria.
Se você tem dinheiro e mesmo assim não dá a devida importância ao seguro do seu carro não terá problemas em comprar outro se ocorrer algum sinistro. Se eu tivesse tanto dinheiro eu daria valor ao meu ganha pão.
Comprar ou trocar de carro é uma das melhores sensações da vida de um motorista. Sensação é um termo bem adequado. Pergunte a um publicitário que precise criar uma campanha para uma montadora: a estratégia de vendas apela às emoções do comprador. Mas esse apelo emocional não pode existir na hora de escolher um seguro. A frieza se justifica porque um seguro é um produto absolutamente utilitário. Seu propósito é compensar o cliente por um prejuízo em caso de algum evento, apropriadamente chamado de sinistro: roubo, acidente de trânsito ou mesmo um vendaval ou uma enchente. Se nada disso ocorrer, melhor. “O seguro serve para reduzir um prejuízo , não para dar lucro ao segurado”, diz Marcelo Goldman, diretor da seguradora Tokio Marine.
Como escolher o mais adequado? Antes de mais nada, é essencial entender como ele funciona, O seguro é um contrato em que o proprietário do veículo paga uma quantia (o prêmio) à seguradora para que ela corra um risco no lugar dele. No caso de sinistro, a seguradora vai indenizar o segurado. Quanto maior o risco que o veículo ou seu motorista oferecem à seguradora, mais caro o prêmio.
Há mais um detalhe. Para se defender contra abusos, a seguradora exige que o motorista fique com uma parte do risco. Essa parte do risco é a franquia: em caso de sinistro, é um valor que o segurado tem de pagar ou que é descontado da sua indenização.
Indenização, prêmio, franquia: com esses três conceitos em mente, é muito fácil escolher o melhor seguro. Há dois grandes grupos de seguros à disposição dos motoristas brasileiros. Os mais completos são apólices sofisticadas e caras, conhecidas como Cobertura Compreensiva ou Total. Protegem o veículo do segurado contra incêndio e roubo e cobrem acidentes provocados por outros motoristas. É nessas apólices que os segurados com mais dinheiro no bolso encontram a maior variedade de serviços.
Numa tentativa de diferenciar-se, as seguradoras têm caprichado em oferecer benefícios diferenciados. Os mimos vão de serviços domésticos gratuitos como encanadores, eletricistas e técnicos de informática até um funcionário da seguradora que acompanha a segurada na hora de prestar queixa em uma delegacia — ambiente ainda pouco amigável às motoristas.
Na outra ponta, os seguros mais básicos são as apólices de Responsabilidade Civil Facultativa, ou RCE Esse nome complicado quer dizer apenas que o segurado terá direito a receber uma indenização se ferir outra pessoa ou danificar outro veículo. É o famoso seguro contra terceiros. “É para quem quer proteção contra o pagamento de indenizações”, diz Osvaldo Nascimento, executivo responsável pelos seguros do Banco Itaú. Os seguros RCF são os que mais têm crescido no mercado, por serem mais baratos.
A explosão do financiamento criou uma situacão bastante favorável para o segurado. O crescimento dos seguros não consegue acompanhar a expansão da frota. Por mês, chegam às ruas em média 260 000 novos veículos, e as estimativas são de que há de 35 nilhões a 40 milhões em circulação no Brasil. Quando muito, só 20% deles têm seguro.
“Muitos dos consumidores do primeiro carro comprometem toda a renda na prestação”, diz Nascimento. “Por isso, não há folga para fazer o seguro.” Além de forçar as seguradoras a criar produtos mais populares, a tentativa de abocanhar fatias maiores desse mercado em crescimento levou a uma acirrada disputa comercial. “Os preços caíram de 15% a 20% em média em relação ao ano passado”, diz Paulo Umeki, diretor da Liberty. “As seguradoras estão dispostas a ganhar menos para conquistar mais espaço no mercado, e isso acaba representando uma vantagem para o segurado.”
Fonte: Revista Quatro Rodas
Publicado em: 25/06/2008 9:18 AM
Marcas européias apostam em cupês de bom desempenho e preço acessível
Peugeot vai mesmo produzir o conceito 308 RC Z, aVolkswagen se prepara para começar a vender o novo Scirocco na Europa e a Audi amplia a gama de opções
da linha TlT. O que há em comum nisso? Para quem quer um carro prático no dia-a-dia e divertido nos fins de semana, esses cupês têm tudo a ver: design bem acabado e diferenciado, motores de boa potência e tecnologia embarcada a preços mais acessíveis que os esportivos tradicionais.
Quem melhor resumiu essa tendência foi o pre¬sidente da Volkswagen, Martin Winterkorn. “É o tipo de esportivo que faz as pessoas sonhar e, ao mesmo tempo, é acessível a um significativo volu¬me de motoristas”, afirma ele. Uma frase que seus colegas daAudi e da Peugeot poderiam repetir sem constrangimentos.
O Scirocco oferece a maior gama de potência entre os três. Na versão mais valente, leva motor 2.OT-FSI de 200 cv, pouco abaixo dos 218 cv gera¬dos pelo 1.6 turbo do RC Z. No mês passado, a Audi aproximou seu TI’ dessa faixa com uma nova versão de entrada, impulsionada por um motor 1.8 de 160 cv. O anúncio veio poucas semanas depois de surgir um novo topo-de-linha, oTFS 2.0 turbo de 265 cv. Apesar das diferenças entre os motores, na pista a performance é muito parecida: os três aceleram de O a 100 km/h na faixa dos 7 segundos.
“Parte das montadoras européias aposta em modelos de ‘aura’ para incrementar sua linha e enfrentar a concorrência das asiáticas e as ações das marcas premium em direção a nichos mais acessíveis de mercado”, diz Andrew Wright, con¬sultor sênior da CSM Worldwide na Europa. No DNA, os três têm origem parecida: são feitos sobre plataformas de carros já em produção. “A receita consiste em criar modelos diferenciados com mínimo impacto em termos de custo e engenharia”, afirma Corrado Capellano, da consultoria especiazlizada CreatingValue
Fonte: Revista Quatro Rodas
Publicado em: 05/06/2008 8:30 AM
Quem olhar atentamente a diferença entre o seguro total e um seguro RCF (Responsabi¬lidade Civil Facultativa, o popular seguro apenas contra terceiros) vai perceber algo que parece absurdo, O RCF tem apólices mais básicas, que não cobrem o casco, não defendem o segurado contra incêndio e roubo e apenas o protegem de ter de pagar danos provocados a terceiros. Em média, o seguro RCF de um Gol 1.0 custa 447 reais. A média para um Focus 1.6 é de 444 reais. Isso mesmo, segurar um Focus que custa 49 000 reais é ligeiramente mais barato que defender um Gol que custa 33 000 reais.
Absurdo? Não, apenas uma demonstração de como os seguros funcionam, O preço de um seguro é o resultado de um cálculo estatístico. A segurado¬ra avalia alguns fatores de risco e, a partir deles, calcula qual a probabilidade de o veículo ser rouba¬do ou sofrer um acidente. A partir daí, ela estima quanto terá de pagar de indenização e define quanto vai cobrar do segurado.
No caso do Gol e do Focus, é fácil entender a diferença: o Gol é um veículo muito mais visado pelos ladrões. É um modelo mais barato, mais fácil de vender e o mercado para as autopeças obtidas irregularmente nos desmanches criminosos é muito maior.
Por isso, seu risco para a seguradora é maior e apólices contra roubo são mais caras.
O tipo do modelo é o principal fator a definir o preço do seguro, sendo responsável por 60% do prêmio cobrado. Acessórios também contam: faróis especiais, sonorização poderosa e pinturas podem elevar o preço, pois são mais caros substituir em caso de acidente.
Mas ainda há três outros fatores que definem o preço do seguro. O primeiro é o perfil do segurado: seu gênero (homem ou mulher) e sua idade. Não tem jeito: homens pagam mais que mulheres, e motoristas entre 18 e 25 anos de idade terão custo maior que o dos mais velhos. “Mulheres e motoristas mais maduros são mais cuidados ao dirigir”, diz Carlos Alberto Trindade, vice-presidente de seguros automotivos da SulAmérica. “Eles oferecem menos riscos por isso seus seguros são mais baratos.”
Como no caso do modelo do veículo, aqui não há nada que o segurado possa fazer para reduzir o preço apagar, exceto esperar o tempo passar. Gênero e ida¬de respondem, em média, por certa de 20% do prê¬mio total do seguro. Em casos extremos — comparan¬do um motorista de 18 anos com uma motorista de 50 -, a diferença para uma mesma apólice pode chegar a 40%. Se o segurado tiver filhos adolescentes, que cos¬tumam ser guiados mais pela audácia da emoção que pelo bom senso da razão, ele também terá um risco maior, assim como o preço da apólice.
O fator de risco seguinte são diversos itens englobados na maneira de conduzir o veículo. O princípil aqui é mais que óbvio: carros que estão na garagem correm menos risco de roubo e acidentes que carros que estão nas ruas. Assim, quan¬to mais tempo o carro permanece na garagem, menos ele paga de seguro. Na prática, os segurados que têm garagem em casa e no local de trabalho e que não usam o carro para trabalhar pagam menos seguro.
O endereço também conta. As cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro são as mais inseguras para os motoristas, não apenas pelo elevado número de aci¬dentes como pela dedicação dos ladrões. “Nessas duas cidades, o cálculo é que 2% a 3% dos veículos segurados serão roubados ou furtados”, diz Marcelo Goldman, diretor da seguradora Tokio Marine, vincu¬lada ao banco ABN Amro. “Em cidades do interior paulista como Ribeirão Preto, por exemplo, esse par¬centual cai para menos de 1%.” O bairro em que o segurado mora também faz diferença. Dois irmãos gêmeos com carros absolutamente iguais serão trata¬dos de maneira desigual. Se um deles morar na zona leste da capital paulista, vai pagar mais caro que o que ocupa um endereço na zona sul, O endereço respon¬de por cercaa de 10% da formação do preço final e não há muito que o segurado possa fazer, exceto ligar para um corretor de imóveis e trocar de casa.
Finalmente, o terceiro fator que influencia o preço é a instalação de equipamentos de segurança. Essa é a única maneira que o cliente tem de reduzir de fato o prêmio pago. Os melhores exemplos são os rastreado¬res, que permitem localizar o carro imediatamente em caso de furto, e as vacinas — identificação das peças do veículo, para impedir que sejam desviadas para desmanches ilegais. Esses equipamentos, algumas vezes instalados pela seguradora sem custo, podem reduzir em até 10% o valor do prêmio pago.
Equipamentos de segurança – Instalar rastreadores e vacinas (que dificultam o desvio de peças) podem reduzir em 10% o seguro a pagar.
Endereço do motorista – Segurados das cidades do Rio de Janeiro e São Paulo pagam mais caro, pois estão mais sujeitos a acidentes e roubos. Nas capitais, os bairros também fazem diferença. Dendendo, pode diminuir em 10% a pagar.
Perfil do motorista – Homens pagam mais que mulheres, e jovens de 18 a 25 anos pagam mais que motoristas maduros. Segurados com filhos adolescentes pagam mais caro. Tudo isso somam uma fatia de 20%.
Modelo do carro – Versões mais visadas (como os básicos e populares) e carros mais antigos, tem seguros mais caros, em média 60%.
Fonte: Revista Quatro Rodas
Publicado em: 04/06/2008 8:55 AM
Nenhum carro teve mais impacto na indústria e na cultura mundial que o Ford ModeloT, lançado há 100 anos. Ao popularizar o auto-movel a partir de 1914 com a linha de montagem, seu criador Henry Ford incentivou a pavimentação de estradas, o congestionamento das cidades e o modo de produzir carros a partir de então.
Entretanto, por maior que tenha sido o impacto do FordT, seu projeto era tecnicamente simplório. A concorrência, em especial a Chevrolet, oferecia produtos mais modernos e bem-acabados. A Ford precisava se mexer .A resposta veio em 1928, com o ModeloA.
Ainda que liderasse o mercado americano, as vendas do FordT vinham caindo. Em 1926, foram 250 000 carros a menos e os estoques estavam cada vez maiores. As vendas da Chevrolet aumentavam exponencialmente, dando início à famosa rixa entre as duas. Se em 1924 a Ford tinha dois terços do mercado, em 1926 caiu para um terço. A dura decisão foi tomada: em 1927, após 15007033 unidades, a Ford aposentava o Tin Lizzie (empregada de lata) -apelido americano do nosso Ford “Bigode” — e anunciava o ModeloA.
A dependência da Ford em relação aoT em tal que o substituto não estava pronto. Por seis meses as revendas ficaram sem carros novos, mantendo-se com usados, peças e serviços — às vezes até fechando as portas. Não foi nada fácil convencer o velho Henry de que era preciso se atua1izar. Coube ao filho Edsel enfrentar as objeções do pai, como o fim da transmissão planetária operada por pedal – para mudar as marchas noT, usava-se um difícil sistema de pedais, enquanto o Modelo A seguia o mercado, com alavanca no assoalho. Dizia-se que Edsel era o verdadeiro apaixonado por carros e que Henry só gostava mesmo do T, que julgava perfeito. Após 250 milhões de dólares, um assombro para a época,o Modelo A foi apresentado em dezembro.
A seqüência alfabética para nomes dos carros foi reiniciada para marcar um novo começo da empresa.
Havia filas para ver oA - cerca de 10 milhões de pessoas foram visitar as revendas Ford. Se sua tecnologia não era revolucionária, ao menos estava a milhas de distância doT. Usava motor de quatro cilindros de 40 cv, freio nas quatro rodas (oT só freava atrás) e amortecedor hidráulico, além de um inovador pára-brisa laminado. Como pedal do acelerador, que aposentava a alavanca sob a direção do T, ele ia a 100 km/h, em vez dos antigos 72 km/h. O consumo se mantinha em 8,5 km/l e os preços eram equivalentes.
O desenho era inspirado nos luxuosos Lincoin, o que trouxe toques de sofisticação jamais vistos numr T que era mais alto, curto e estreito. No início, tinha seis opções carroceria, variando entre 385 e 570 dólares. Em 1929, a Ford recuperou a liderança de mercado, mas em 1931 o Modelo A saía de linha, devido às baixas vendas causadas pela queda da Bolsa em 1929.
Em seus quatro anos, o Ford A cumpriu a tarefa de substituir o carro que mudou a América - e o mundo. Com quase 5 milhões de veículos, ele provou a Henry a tese do filho Edsel: que o cliente não era tão apegado ao T quanto ele e que a Ford podia ser moderna e ao mesmo tempo acessível para se manter líder.
Fonte: Revista Quatro Rodas
Publicado em: 03/06/2008 7:46 AM
Se você curte acelerar seu “possante” a toda hora e em qualquer lugar, tenha em mente que as conseqüências podem ser maiores que você acha que sabe. Depois, não diga que ninguém te avisou…
Todo mundo que prepara seu carro gosta de dar umas aceleradas, seja por pura diversão ou para mostrar os “músculos” da caranga, não é? Muitas vezes, até mesmo no trânsito, a gente não consegue resistir a uma “provocação” de um outro “piloto”. O que fazer com pessoas como nós, em que o “sangue não corre, tira racha”? Só quem é assim doido entende o que eu estou falando certo? Só que tudo tem um preço e conseqüências muitas vezes não tão boas assim. O gosto de acelerar, “dar um cacete” no adversário talvez nunca saia de nós, mas o que temos que ter em mente é que para tudo tem que ter um local certo. Não quero que essa matéria seja chata, como mais uma lição de moral do tipo ” não faça isso, não faça aquilo” mesmo porque não ia adiantar. Não sejamos hipócritas. Os motivos, não vou dizer, todo mundo já está “careca de saber”. Segurança (sua e das outras pessoas) e também vários códigos na nossa legislação. Você leitor pode saber alguns talvez. Mas duvido que saiba da grande maioria. Para quem não sabe, separei os mais usados pela lei para “enquadrar” quem for pego em flagrante. Uma outra coisa também muito comum, infelizmente, são motoristas alcoolizados que mesmo não apostando corridas, podem por em risco a segurança de muita gente, inclusive a sua.
Níveis de embriaguez
01) Efeito: As funções mentais ficam comprometidas, percepção da distância e velocidade prejudicadas. [0,2-0,3 g/l]
02) Efeito: O grau de vigilância e o campo visual diminuem e o controle cerebral relaxa. [0,3-0,5 g/l]
03) Efeito: Reflexo retardado, dificuldade de adaptação à diferença de luminosidade, superestimação das possibilidades e tendências a agressividade. 0,5-0,8 g/l]
04) Efeito: Dificuldade de controlar o veículo, incapacidade de coordenação e falhas na coordenação neuromuscular. [0,8-1,5 g/l]
05) Efeito: Embriaguez, topor alcoólico e dupla visão. [1,5-3 g/l]
06) Efeito: Embriaguez profunda. 3-5 g/l]
Vamos Começar pelos Artigos:
Art. 165 – Dirigir sob influência de álcool em nível superior a seis decigramas por litro de sangue ou de qualquer substância entorpecente ou que determine dependêcia física ou psíquica.
INFRAÇÃO – Gravíssima
PENALIDADE – multa(5 vezes) e suspensão do direito de dirigir.
MEDIDA ADMNISTRATIVA – retenção do veículo até a apresentação de condutor habilitado e recolhimento do documento de habilitação
Art. 170 – Dirigir ameaçando os pedestres que estejam atravessando a via pública, ou demais veículos.
INFRAÇÃO – Gravíssima
PENALIDADE – multa e suspenção do direito de dirigir
MEDIDA ADMINISTRATIVA – retenção do veículo e recolhimento do documento de habilitação.
Art. 137 – Disputar corrida por espírito de emulação
INFRAÇÃO – gravíssima
PENALIDADE – multa (3 vezes), suspenção do direito de dirigir e apreensão do veículo
MEDIDA ADMINISTRATIVA – recolhimento do documento de habilitação e remoção do veículo
Art. 174 – Promover, na via, competição esportiva, eventos organizados, exibição e demostração de perícia em manobra de veículo, ou deles participar, como condutor, sem permissão da autoridade de trânsito com circunscrição sobre a via
INFRAÇÃO – gravíssima
PENALIDADE – multa (5 vezes), suspensão do direito de dirigir e apreensão do veículo
MEDIDA ADMINISTRATIVA – recolhimento do documento de habilitação e remoção do veículo.
Art. 175 – Utilizar-se de veículo para, em via pública, demonstrar ou exibir manobra perigosa, arrancada brusca, derrapagem ou frenagem com deslizamento ou arrastamento de pneus.
INFRAÇÃO – gravíssima
PENALIDADE – multa, suspenção do direito de dirigir e apreensão do veículo.
MEDIDA ADMINISTRATIVA – recolhimento do documento de habilitação e suspensão do veículo.
Art. 218 – Transitar em velocidade superior à máxima permitida para o local, medida por instrumento ou equipamento hábil
INFRAÇÃO – grave
PENALIDADE – multa
MEDIDA ADMINISTRATIVA – retenção do veículo para regularização
Art. 237 – Transitar com o veículo em desacordo com as especificações, e com falta de inscrição e simbologias necessárias à sua identificação queando exigidas pela legislação.
INFRAÇÃO – grave
PENALIDADE – multa
MEDIDA ADMINISTRATIVA – retenção do veículo para regularização.
Em rodovias de trânsito rápido e vias arteriais:
Quando a velocidade for superior à máxima em até 20%:
INFRAÇÃO – grave
PENALIDADE – multa
Quando a velocidade for superior à máxima de 20%:
INFRAÇÃO – gravíssima
PENALIDADE – multa (3 vezes) e suspensão do direito de dirigir.
demais vias: Quando a velocidade for superior à máxima permitida em até 50%:
INFRAÇÃO – grave
PENALIDADE – multa
Quando a velocidade for superior à máxima permitida em mais de 50%:
INFRAÇÃO – gravíssima
PENALIDADE – multa (3 vezes) e suspensão do direito de dirigir
MEDIDA ADMINISTRATIVA – recolhimento do documento de habilitação.
Por aí dá para se perceber o quanto a lei é um tanto dura com quem comete alguns desses delitos. E com razão. Muita gente pensa que carro é brinquedo, e não tem noção do perigo que pode ser se usado de maneira irres´ponsável. Se você quer tirar um “pega”, há lugares certos para se fazer isso, com infra-estrutura e tudo mais, como o autódromo de Interlagos para quem mora em São Paulo, por exemplo. Mas para que acha o preço das “puxadas” um pouco “salgado” demais, existem sempre outros lugares onde se organizam as chamadas “arrancadas de rua”, geralmente feitas em sítios com pista só para isso. Nesses lugares os preços são bem mais acessíveis e a adrenalina é a mesma de um autódromo. Portanto, não tem desculpa, ruas não são feitas para correr. Além do trânsito e dos pedestres, ainda têm os buracos malditos…Você não vai querer estragar sua suspensão e sua roda, vai?
>>O Álcool no Organismo
Quando ingerido, uma parcela de álcool introduzida no organismo é absorvida pela mucosa da boca. A grande maioria porém, é absorvida pelo estômago e intestino delgado, e daí vai para a circulação sanguínea, Aproximadamente 90% do álcool é absorvido em 1 hora. Até aí beleza. O processo de absorsão do álcool é relativamente rápido como vimos. Porém, o mesmo não ocorre com a eliminação que demora de 6 a 8 horas e é feita através do fígado(90%), da respiração(8%), e da transpiração(2%). Obviamente, até ser completamente eliminado, você vai ficar “chapado”, incapacitado de dirigir, ou executar qualquero outro serviço que requeira precisão.
>>Mitos e Verdades sobre a “marvada”
“Vou tomar café forte” – Apesar de estimulante, o café de nada altera o estado de embriaguez.
“Vou tomar banho frio” - Água fria dá apenas a sensação de “acordar” no instante da ducha. Os efeitos do álcool porém, permanecem inalterados.
“Vou comer antes de beber” – Os efeitos do álcool variam de pessoa para pessoa, mais uma coisa é certa: o álcool sempre produzirá alterações em sua percepção, ainda que você esteja muito bem alimentado.
“Vou beber Porque conheço meu limite” – Ninguém está tão acostumado a beber a ponto de ficar livre dos efeitos do álcool. è difícil saber extamente a hora de parar. Até porque a primeira função comprometida é a crítica. E como todo bêbado insiste em dizer que “tá legal”, dá para se ter uma idéia…
“Vou beber esse tipo de bebida porque é mais fraca” – Não existem bebidas fracas. Se tem álcool já era. O que determina o estado de “chapadez” é a quantidade de álcool ingerido. Ingerir 340ml de uísque ou cachaça não faz muita diferença. O certo é que, bebeu, ferrou, para não dizer uma rima mais desrespeitosa.
Fonte: Revista 100% Veneno
Publicado em: 28/05/2008 2:05 AM
Compra e venda de automóveis pela internet tem suas vantagens, mas também esconde perigos. Saiba como evitar riscos e fazer um bom negócio.
Nunca foi tão fácil comprar e vender carro pela internet. A um simples clique você pode encontrar mais ofertas que em qualquer edição dominical de jornal. E tudo isso sem sair de casa. Mas tamanha facilidade tem seus perigos: os golpes aplicados via web.
Segundo logistas e sites de compra a venda, uma das formas mais utilizadas para enganar quem proucura um usado é o golpe das fotos falsas. “Fui ver um Peugeot 306 S16. Nas fotos ele estava lindo e, por telefone, o vendedor da loja falou que estava quese zero-quilômetro. Mas ao vivo estava no poir estado possível, com pára-brisa trincado, bobina de outro veículo e problemas de lataria”, diz o fotógrafo Bruno Guerreiro, de Santo André (SP).
Outra artimanha usada é a do depósito antecipado. Em alguns casos, a empresa fantasma cadastra-se no site se passando por uma loja já existente, às vezes até renomada no mercado. O interessado negocia por telefone e repassa um sinal para segurar o veículo que, segundo o suposto vendedor, está em oferta. Quando chega à loja, descobre que caiu no golpe e que o tal carro nunca existiu.
A série de truques não termina por aí. Segundo o site WebMotor, também são comuns pessoas que se passam por funcionárias ou intermediárias de montadoras, oferecendo automóveis novos a preços tentadores. “As fábricas não autorizam, em nenhuma circunstância, seus funcionários a comercializarem veículos”, diz Luis Felipe Figueiredo, editor do WebMotors. “Uma vez ligaram da GM dizendo que tinha ido lá um rapaz retirar um carro que havia comprado. Ele estava até com uma nota fiscal falsa na mão. Era mais uma vítima”.
Precinho camarada Uma dica importante para não cair nesses golpes é sempre desconfiar de valores abaixo do mercado, tanto para veículos novos como para usados. Faça antes uma consulta no site para saber qual é o preço médio do modelo que você proucura. Se estiver muito baixo, desconfie.
Para evitar esses problemas, a única opção é a boa e velha consulta ao vivo para esclarecer dúvidas. “O certo mesmo é sempre vender à vista, olhar o carro e negociar pessoalmente. Dessa forma evitam-se dores de cabeça”, diz Tales Filho, de Sorocaba (SP), que já vendeu quatro carros de sua família, sem ter qualquer experiência no ramo.
As velhas dicas, da época dos nossos avós, continuam mais válidas do que nunca em tempos de comércio virtual. Antes da compra, faça a análise da situação do automóvel desejado junto ao site do Detran, marque os encontros em locais movimentados como shoppings e supermercados e, em caso de venda, só entregue as chaves após constatar que o dinheiro está na sua conta.
Apesar dos riscos, quem negocia pela web se diz muito satisfeito. “Na internet geralmente você possui uma leitura mais dinâmica, com todas as descrições do carro. Além disso, pode ver diversas fotos dele, diferentemente do jornal”, aforma Rodrigo Soares de Barros, de São Paulo, que já comprou um automóvel via site e aprovou a experiência.
Descrição detalhada Os negociantes virtuais recomendam em caso de venda que se especifiquem no anúncio todos os detalhes positivos do veículo, principalemente se seu carro estiver em bom estado. Coloque as fotos de dianteira e traseira, mostrando que não há riscos e amassados na lataria. Detalhes como o manual original com todas as revisões anotadas fazem toda a diferença para quem está pesquisando dezenas de modelos iguais. Fotos os interior e do motor também ajudam.
O comerciante Adriano Alves da Costa, de Natal (RN), diz que sempre fez bons negócios pela internet. “É possível encontrar preços menores, pesquisando em diversas cidades. Nesse caso, há diferenãs significativas. Às vezes dá até para sair de sua cidade para ir comprar um veículo que está distante”. Em geral, quem vendeu pela web vira fã. “Já negociei quantro carros pela internet – dois meus e dois de minha mãe – e nunca tive problemas”, afirma Denis Roberto Coppa, de São Paulo.
Os amantes de modelos raros ou antigos também dizem que preferem utilizar a internet. “Uma vez vendi um Opala SS 78 todo original. O interessado era de outro estado, e não tinha como ver o carro pessoalmente. Após análise de fotos, características e histórico do veículo, ele pediu para um amigo olhar o carro. E ficou com ele”, diz Arthur Valente, de Recife (PE). O mesmo aconteceu com Guilherme Vieira, de São Carlos (SP). “Anunciei um Fusca 1968 e, poucos dias depois, um rapaz veio de São Paulo sem nem ver o carro direito, comprou na hora e já voltou rodando”.
BOM PARA QUEM VENDE
. vários sites oferecem anúncios grátis por tempo limitado
. o anúncio fica no ar por muito mais tempo em relação ao jornal, dependendo do plano escolhido
. é possível disponibilizar até quatro fotos, mostrando mais detalhes do carro
. diferente do jornal, é possível escrever mais sobre o veículo, evitando generalizações ou deixando informações importantes de fora
. também atraí pessoas de outras cidades ou estados
. alguns sites oferecem a possibilidade de envio de mensagens escritas por celulares
BOM PARA QUEM COMPRA
. os preços em geral são menores, pois os anúncios trazem preço e isso cria uma concorrência. Alguns sites permitem fazer uma seleção das ofertas pelo preço
. pode-se tirar dúvidas com o anunciante ou pedir fotos específicas pelo e-mail, antes de precisar telefonar
. a pesquisa pode ser feita por faixa de preço, ano, modelo e até mesmo por características específicas, como equipamentos ou cores
. com a facilidade de interação na grande rede, o internauta pode comprar anúncios, checar tabelas de preços e ler comparativos ou testes a respeito do veículo
Fonte: Revista Quatro Rodas
Publicado em: 08/05/2008 1:19 PM
A caixa-preta automotiva já existe em 52 modelos que circulam nos EUA para ajudar a identificar causas e culpados de acidentes.
O assunto só entrou em voga no fim de 2006 a partir de uma discussão sobre invasão de privacidade: descobriu-se que nos anos 90 as montadoras haviam instalado uma caixa-preta em milhares de veículos americanos, apesar de os motoristas não saberem da sua existência e de não haver uma lei que a regulamentasse. Hoje pelo menos 52 modelos de nove marcas já saem de fábrica com o equipamento. A caixa-preta é um chip capaz de armazenar informações enviadas pelas centenas de sensores eletrônicos que já existem nos veículos. Sua função é resconstruir um acidente a partir das informações coletadas para identificar causas e culpados. Embora as seguradoras não se envolvam no assunto, que consome horas de discusão entre defensores da privacidade do motorista, governo e montadoras, elas são as mais interessadas e estão na expectativa de que até 2009 sejam aprovadas leis que regulamentem a caixa-preta nos Estados Unidos – a mesma que em breve deve chegar à União Européia.
1) SEMPRE ALERTA Enquanto o automóvel está em seu curso normal, a caixa-preta mantém-se atenta às informações enviadas pelas dezenas de sensores espalhados pelo carro, mas nenhuma informação fica registrada permanentemente.
2) VALE TUDO Se precisar gravar informações, a caixa-preta usa dados dos sensores de posição do volante, âgulo de pedais, velocidade e aceleração do carro, rotação do motor e freios ABS. Podem até confirmar se o motorista usava o cinto ou estava com os faróis ligados.
3) DURO NA QUEDA No instante que o airbag é acionado, a caixa-preta grava automáticamente os dados de alguns segundos antes e depois do acidente. Sua estrutura é projetada para suportar o impacto e manter intacto o chip com as informações.
4) RETRATO FIEL A caixa-preta é recolhida para que os dados sejam analisados. Depois o acidente é recriado e as causas ou culpados, encontrados. Isso ajudaria as montadoras a aprimorarem seus veículos, além de poder eliminar horas de trabalho da polícia científica.
>> O que vem a seguir
O próximo passo para os criadores da caixa-preta automotiva é torna-la mais parecida com a que existe nos aviões há anos. Além das informações passadas pelos sensores já existentes, nos carros de hoje, no futuro o equipamento poderá registrar imagens captadas por câmeras instaladas dentro e fora do carro.
1 – Também seria possível gravar o áudio das conversas
2 – na cabine ou em volta do veículo e até emitir logo depois do acidente uma notificação de colisão
3 – às autoridades ou serviços de resgate.
Fonte: Revista Quatro Rodas
Publicado em: 08/05/2008 1:17 PM
As principais equipes da F1, pilotos, carros…RENAULT
Nome oficial: Renault F1 Team
Dono: Renault Group
Chefe de Equipe: Flavio Briatore
Estréia na F1: 1977, GP da Inglaterra (correu até 1985 e depois retornou em 2002)
Primeira vitória: 1979, GP da França
Sede: Estone, Inglaterra
Títulos de construtores: 2
Títulos de pilotos: 2
Nome oficial: Renault F1 TeamDono: Renault GroupChefe de Equipe: Flavio BriatoreEstréia na F1: 1977, GP da Inglaterra (correu até 1985 e depois retornou em 2002)Primeira vitória: 1979, GP da FrançaSede: Estone, InglaterraTítulos de construtores: 2Títulos de pilotos: 2Pilotos:
- FERNANDO ALONSO
Alonso volta às origens na Renault ao lado do novato Piquet. Muito agressivo, mas também técnico, sabe correr para os pontos quando a vitória é impossível.
Nascimento: 29/07/1981
Local: Oviedo (ESP)
Equipe: Renault
GPs disputados: 107
Vitórias: 19
Pódios: 49
Pole-positions: 17
Melhores voltas: 11
Pontos na carreira: 496
Títulos na F-1: 2 (2005, 2006)
Estreia: 2001 – Minardi
- NELSON ÂNGELO PIQUET
Nelsinho Piquet estréia na F1 ao lado de um bicampeão na F1
Nascimento: 25/07/1985
Local: Heidelberg (ALE)
Equipe: Renault
GPs disputados: 4
Vitórias: 0
Pódios: 0
Pole-positions: 0
Melhores voltas: 0
Pontos na carreira: 0
Títulos na F-1:
Estreia: Renault-2008
____________________________
FERRARI
Nome oficial:Scuderia Ferrari Marlboro
Endereço: Modena, Itália
Dono: Fiat
Chefe de equipe: Jean Todt
Estréia na F-1: GP de Mônaco – 1950
1ª vitória na F-1: GP da Inglaterra – 1951
Pilotos:
- KIMI RAIKKONEN
Forte candidato a campeão, tira tudo o que o carro oferece, mas tem a má fama de não não se interessar pelas questões técnicas da equipe.
Nascimento: 17/12/1979
Local: Espoo (Finlândia)
Equipe: Ferrari
GPs disputados: 124
Vitórias: 17
Pódios: 51
Pole-positions: 16
Melhores voltas: 28
Pontos na carreira: 485
Títulos na F-1: 1
Estreia: 2001 – Sauber
- FELIPE MASSA
Livre da condição de coadjuvante, vai correr pelo título. Combativo e ousado, conhece os segredos da Ferrari e é ótimo acertador de carros.
Nascimento: 25/04/1981
Local: São Paulo (BRA)
Equipe: Ferrari
GPs disputados: 91
Vitórias: 6
Pódios: 19
Pole-positions: 10
Melhores voltas: 8
Pontos na carreira: 219
Títulos na F-1: Nenhum
Estreia: 2002 – Sauber
_________________________
McLAREN
Nome oficial: West McLaren Mercedes
Local:Inglaterra
Chefe de equipe: Ron Dennis
Estréia na F-1: GP de Mônaco – 1966
1ª vitória na F-1: GP da Bélgica – 1968
Pilotos:
- LEWIS HAMILTON
Chegou à F1 sem queimar etapas: foi campeão da Fórmula Renault, F-3 européia e GP2, todas com um cartel impressionante.
Nascimento: 07/01/1985
Local: Tewin
Equipe: McLaren
GPs disputados: 21
Vitórias: 5
Pódios: 14
Pole-positions: 7
Melhores voltas: 2
Pontos na carreira: 129
Títulos na F-1: Nenhum
Estreia: 2007 – McLaren
- HEIKKI KOVALAINEN
Após substituir Alonso na Renault, Kovalainen faz igual na McLaren
Nascimento: 19/10/1981
Local: Suomussalmi
Equipe: McLaren
GPs disputados: 21
Vitórias: 0
Pódios: 2
Pole-positions: 0
Melhores voltas: 2
Pontos na carreira: 44
Títulos na F-1: Nenhum
Estreia: 2007 – Renault
__________________________
WILLIAMS
Nome oficial: Williams F1 Team
Localização: Inglaterra
Dono: Frank Williams
Estréia na F-1: GP da Argentina – 1978
1ª vitória na F-1: GP da Inglaterra – 1979
Pilotos:
- NICO ROSBERG
Nascimento: 27/06/1985
Local: Wiesbaden
Equipe: Williams
GPs disputados: 39
Vitórias: 0
Pódios: 1
Pole-positions: 0
Melhores voltas: 1
Pontos na carreira: 31
Títulos na F-1: Nenhum
Estreia: 2006
- Kazuki Nakajima
Nascimento: 11/01/1985
Local: Aichi
Equipe: Williams
GPs disputados: 5
Vitórias: 0
Pódios: 0
Pole-positions: 0
Melhores voltas: 0
Pontos na carreira: 5
Títulos na F-1: 0
Estreia: 2007
___________________________
HONDA
Nome oficial: Honda Racing F1
Localização: Inglaterra
Estréia na F-1: 1964
1ª vitória na F-1: 1965
GPs disputados: 113
Melhor temporada: 2006 – 86 pontos
Pilotos:
- RUBENS BARRICHELLO
Após ano sem pontos, Rubinho tem outra chance na F1.
Nascimento: 23/05/1972
Local: São Paulo (BRA)
Equipe: Honda
GPs disputados: 253
Vitórias: 9
Pódios: 61
Pole-positions: 13
Melhores voltas: 15
Pontos na carreira: 519
Títulos na F-1: Nenhum
Estreia: 1993 – Jordan
- JENSON BUTTON
Após fiasco em 2007, Jenson aposta em Brawn por melhora.
Nascimento: 19/01/1980
Local: Frume (GBR)
Equipe: Honda
GPs disputados: 139
Vitórias: 1
Pódios: 15
Pole-positions: 3
Melhores voltas: 0
Pontos na carreira: 232
Títulos na F-1: Nenhum
Estreia: 2000 – Williams
___________________________
BMW
Nome oficial: BMW Sauber F1 Team
Localização: Suíça
Estréia na F-1: 2006
1ª vitória na F-1: -
Pilotos:
- NICK HEIDFELD
Nascimento: 10/05/1977
Local: Moenchengaldbach (ALE)
Equipe: BMW
GPs disputados: 136
Vitórias: 0
Pódios: 8
Pole-positions: 1
Melhores voltas: 1
Pontos na carreira: 156
Títulos na F-1: Nenhum
Estreia: 2000 – Prost
- ROBERT KUBICA
Nascimento: 07/12/1984
Local: Cracow (POL)
Equipe: BMW
GPs disputados: 26
Vitórias: 0
Pódios: 3
Pole-positions: 1
Melhores voltas: 0
Pontos na carreira: 64
Títulos na F-1: -
___________________________
TOYOTA
Nome oficial: Panasonic Toyota Racing
Localização: Alemanha
Estréia na F-1: GP da Austrália – 2002
1ª vitória na F-1: Ainda não venceu
Pilotos:
- JARNO TRULLI
Nascimento: 13/07/1974
Local: Pescara (ITA)
Equipe: Toyota
GPs disputados: 185
Vitórias: 1
Pódios: 7
Pole-positions: 3
Melhores voltas: 0
Pontos na carreira: 192
Títulos na F-1: Nenhum
Estreia: 1997 – Minardi
- TIMO GLOCK
Nascimento: 30/05/198
1Local: Lindenfelds (ALE)
Equipe: Toyota
GPs disputados: 8
Vitórias: 0
Pódios: 0
Pole-positions: 0
Melhores voltas: 0
Pontos na carreira: 2
Títulos na F-1: Nenhum
Estreia: 2004 – Jordan
Fonte: Revista Quatro Rodas
Publicado em: 07/05/2008 2:14 PM
O mais vendido dos Rolls modernizou as tradições da marca
A antiga reputação da qualidade impecável da Rolls-Royce precede qualquer um de seus lançamentos. Se, por um lado, sua preocupação sempre foi com o esmero artesanal, na construção e no acabamento, a inivação tecnológica nunca foi o chamariz para seu seleto público.
No inínio dos anos 60, quando a concorrência oferecia avanços técnicos, que ainda estavam distântes nos carros da fábrica inglesa, parecia que a tradição de confiabilidade do Rolls estava se tornando um valor estagnado. Para abolir esse ranço ultrapassado que nublava o brilho da marca, no salão de Paris de 1965 foi lançado o Silver Shadow (sombra prateada), ao lado de seu simiclone da Bentley, o modelo T.
O desenho conteporâneo de três volumes deixava para trás o estilo anos 40 do antecessor Silver Clound. Mais os faróis duplos, os cantos arredondados e, acima de tudo a mascote Spirit of Ecstasy (espírito do êxtase) sobre a grade do radiador em forma de prédio greco-romano mantinham a identidade do Rolls.
No interior, couro e madeira de primeira davam conta da sofisticação esperada. Mas o destaque era mesmo sua engenharia. Foir o primeiro Rolls com chassi monobloco, suspensão traseira independente e discos de freio nas quatro rodas – o monobloco já havia sido lançado pelo Lancia Lambda em 1922, a suspensão independente nas quatro rodas ganhou notoriedade com o Citroën Traction Avant de 1934.
O V8 de 6,2 litros era a evolução do motor festejado que o Silver Clound II introduzira em 1959. Como a Rolls-Royce fazia segredo da potência, calcula-se que ele gerasse 220 cv brutos, o suficiente para levá-lo a 184 km/h. Nada mau para um carro de 5,17 metros e 2,1 toneladas. A exemplo do Citroën DS, o Silver Shadow tinha regulagem automática de altura da suspenção, recurso que logo seria abandonado.
Em 1966 surgia a versão de duas portas, feita a mão pela encarroçadora Mulliner Park Ward. Ela seria a base para o conversível, lançado no ano seguinte. Uma outra versão do sedã, com entreeixos 10 centímetros maior, chegou em 1969. As exigências de controle de poluíção aumentaram o peso do carro, que, para não perder o vigor, ganhou um motor de 6,7 litros.
Em 1971, o cupê e o conversível passaram a se chamar Corniche. Em 1977 surgia o Silver Shadow II. De novidade havia as bitolas maiores e a suspenção dianteira revisada. Os pára-choques perdiam as garras, mais ganhavam guarnições de borracha. A versão sedã de entreeixos maior foi rebatizada de Silver Wraith (fantasama prateado), um sinônimo de outros nomes com tempero sobrenatural adotados pela Rolls. O sedã duraria mais quatro anos, até dar lugar ao Silver Spirit. O Corniche teria vida bem mais longa, sendo que o cupê durou até 1982 e o conversível até 1996.
Com cerca de 29 000 carros vendidos (38 000 com os Bentley T e outros derivados), viria a ser o Rolls-Royce mais “popular” de todos os tempos. Apesar de seu nome associar à prata, pelas inivações que ele introduziu na marca e por seu êxito comercial, na história da Rolls o Silver Shadow vale ouro.
Fonte: Revista Quatro Rodas
Publicado em: 02/05/2008 3:30 PM
Veja alguns dos modelos que fizeram sucesso no salão de Genebra de 2007

Tradicional fabricante austríaca de motocicletas, a KTM debuta entre os carros. Com grande parte da estrutura exposta e só 700 quilos, o X-Bow é um roadster com pára-brisa de apenas 70 milímetros. Tem chassi monocoque de fibra de carbono, responsável pelos 10% do seu pouco peso, e foi desenvolvido em parceria com a italiana Dallara, especialista em carros de corrida. O motor turbo de quatro cilindros, criado com a Audi, tem injeção direta e 220 cv. Há agora uma versão de 300 cv.

Espécie de utilitário compacto com jeito de
cupê e parte do teto removível, o conceito Hakaze traz listras ao longo da carroceria para expressar movimento. A tecnologia Bluetooth permite transferir informações (rotas, músicas, filmes) para o computador do carro e até abre as portas quando o dono se aproxima do veículo.

A Dodge não perdeu tempo para responder à altura ao sucesso Pontiac Solstice nos Estados Unidos. Na dianteira, chama a atenção a enorme grade dividida em quatro partes. A traseira parece ter se inspirado em uma versão mais retilínea do Porsche Boxter. Este “mini-Viper” recupera o nome de um modelo dos anos 70 e tem tração traseira. O motor de 2.4 tem 172 cv.

Se você tem saudade do Série 3
Compact dos anos 90, eis um modelo equivalente novinho em folha: a versão com três portas do série 1. Os motores ficaram mais econômicos, mais potentes e menos poluentes. O 130i é o topo-de-linha: com 265 cv, vai aos 100 km/h em 6 segundos. A velocidade é limitada eletrônicamente a 248 km/h. Traz controle de estabilidade e de tração, além de seis airbags.

A primeira coisa que vem à mente quando se vê a 207 SW Outdoor é a nacional 206 SW Escapade. Embora seja apresentada como conceito com acabamento aventureiro, a principal função do Outdoor é adiantar a silhueta da futura perua 207, que, por sinal, segue o estilo dos irmãos 1007 e 407 SW. Entre as hastes há um teto solar panorâmico. Tem chapas metálicas sob os pára-choques e bordas pretas nos
pára-lamas.
fonte: Revista Quatro Roda
Publicado em: 30/04/2008 2:04 PM